Atitude Eco – Ativismo e sustentabilidade

Ativismo, mobilização, comunicação e sustentabilidade

Monthly Archives: August 2009

Morte ao ferro de passar!

Essa história de passar roupa é uma polêmica na minha casa. A Dona Alice, minha querida mãe, faz questão de passar todas as peças de roupa, inclusive meias e cuecas. Quando tento convencer ela de que é totalmente desnecessário passar roupas sou tido como “hippie”, maluco! Buscando uma forma de convencer minha mãe sobre o assunto, tive de procurar por outras soluções que fossem cabíveis, sem deixar a roupa amassada e economizando energia.

Consegui três conselhos ótimos e vou compartilhar:

  1. Não preciso dizer a vocês que passar meias é desnecessário, além de estragar o elástico e diminuir a vida útil da peça. Sim, aquela meia arregaçada que você tem é por causa do ferro de passar.
  2. O mesmo acontece com as cuecas e calcinhas, perdem vida útil com o uso do ferro, que estraga os elásticos.
  3. Agora, para deixar suas roupas com ótimo aspecto, é só você colocá-las em cabides enquanto toma banho, a umidade do chuveiro faz o serviço de alisar a roupa. Experimente, vale a pena.

Adote essas práticas e aposente seu ferro de passar. Enquanto isso, tento convencer minha mãe de que não precisa passar a meia… E cabeça dura…

Lavar roupa sem detergente?

Fonte: Desenvolvimento Sustentável
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A Öko Ball de Lavar é composta por cerâmicas naturais e ímãs numa esfera de plástico não-tóxico. Foi desenhada cientificamente para lavar a roupa sem utilizar detergentes ou outros produtos químicos. Comparado com o processo normal de lavagem, a Öko Ball de Lavar diminui os riscos alérgicos associados aos detergentes, elimina os microorganismos, traz bem-estar, preserva a Natureza e, para além disso, é um método económico.

» Elimina a quantidade de detergentes lançados na natureza
» Reduz o consumo de água no processo de lavagem
» Reduz o consumo de energia da máquina de lavar
» Protege a saúde da pele contra resíduos químicos nas roupas
» Elimina o bolor e os organismos patogénicos da máquina
» Poupa até 100% dos gastos com a lavagem das louças e roupas

Funcionamento:
Funciona com raios infravermelhos fortes e poderosos, que rompem as combinações de hidrogênio das moléculas da água, com a finalidade de aumentar o movimento molecular. Esta ação confere à água uma grande capacidade de penetração e aumenta o seu poder de lavagem. Para além disso, emite ions negativos que debilitam a aderência da sujeira aos tecidos para que se separem facilmente, sem utilizar detergente. Os ímãs permanentes alteram a estrutura de anéis pentagonais das moléculas da água para uma nova estrutura hexagonal, que melhora a eficácia do poder de limpeza, uma vez que penetra mais profundamente na sujeira da roupa.

Podem ver mais informações em:
http://www.okoball.com

Curso Gratuito Sobre Sustentabilidade

Fonte: Conversa Sustentável/Vivian Blaso
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Quais são os papéis e habilidades de um gestor responsável para a sustentabilidade?

Podemos dizer que uma empresa que está a caminho da sustentabilidade corporativa é aquela que, além de declarar em sua missão, valores e objetivos, também consegue instigar em seus públicos de interesse, a vontade de realizar as ações para o seu crescimento, de forma sustentável. Neste caminho, o papel do gestor responsável para sustentabilidade é o de promover o ambiente favorável para que isso ocorra. Mas como fazer com que este caminho dê bons frutos?

Neste sábado venha participar deste desafio!

Data: 29 de agosto
Local: C&C Casa e Construção – Nova Loja Tietê
Horário: 15h ás 17h
Inscrições:http://www.cec.com.br/Ecommerce/Cursos/DetalheCursos.aspx?idCurso=493&idLoja=0

Vagas limitadas! *Todos os participantes receberão certificados

O projeto de instalação de cinzeiros existe, mas não é idéia de Serra.

O último post sobre a lei anti-fumo gerou uma série de contatos de leitores, que me diziam que uma lei já foi protocolada para essa causa. Corri atrás para ver do que se tratava e, o detalhe que me intrigou foi que essa lei não foi idéia do nosso querido Serra, que é tão preocupado com a saúde de seus eleitores.

O líder do PPS na Câmara Municipal de São Paulo, Professor Claudio Fonseca, protocolou na tarde de quinta-feira (13/8) Projeto de Lei 526/09. O texto prevê a colocação de lixeiras com cinzeiros nas calçadas da cidade de São Paulo.

Não vamos criticar a visão míope do trabalho de Serra, até por que foi uma ótima iniciativa a lei anti-fumo, mas fica aquela sensação no ar de que o trabalho ficou por fazer. Nas pressas para se viabilizar uma lei que tem alta visibilidade entre as pessoas, alguém se esqueceu de fazer a lição de casa quanto aos resultados que essa ação iria trazer, alem dos votos, claro.

A lei anti-fumo já deveria prever a situação dos fumantes e veicular juntamente a lei do cinzeiro, que zela pela saúde do ambiente. É fato que a segregação dos fumantes faz com que eles estes fumem menos (pode perguntar), mas não foi por isso que a lei foi colocada em pauta. O projeto de instalação dos cinzeiros ainda deve passar por duas comissões antes de ser votado pelos vereadores, o que prolonga a situação atual e faz com que os locais públicos tenham que tomar providências por si mesmos.

Mesmo sendo uma ação do Município de São Paulo, a publicidade das marcas de cigarro será permitida nos cinzeiros.  Já que elas são as fornecedoras dos produtos que causam tanto transtorno e poderão fazer a veiculação da sua publicidade em local público, no mínimo deveriam pagar pelos cinzeiros.

Lei anti-fumo e a consciência paulistana

A tal lei tá dando o que falar. Para quem, AINDA, não sabe do que se trata: A nova lei proíbe cigarro ou derivados de tabaco em ambientes de uso coletivo, públicos ou privado, total ou parcialmente fechados em qualquer um dos lados por parede ou divisória, em todo o Estado.

Mesmo assim, nesses últimos dias em que a lei esteve em vigor, quem não viu um cigarrinho aqui, outro ali? E aquele instinto protestante que surge nos fumante em dizer “É um desrespeito essa lei! Até maconha tão fumando e cigarro virou crime!”. Bom, fumar maconha também é crime, e pior (para os desavisados que podem achar que é legalizado).

Fora a questão protestantista dos tão pró-ativos fumantes, algo nessa situação me incomoda, e muito. Na porta de todos os lugares públicos fica aquela reunião de indivíduos, e surge a sensação de estar passando pela cidade de Cubatão, tanta é a fumaça que produzem juntas as chaminés. Mas essa não é a pior parte, a sensação se vai logo que as pessoas se colocam a fazer coisas melhores das suas vidas, mas e o que ficam? Bitucas. Conte cinco anos de decomposição para cada cigarro que você viu aceso. Pior, pergunte a um fumante quantos cigarros ele fuma por dia, e pergunte quantas bitucas ele atira na rua. Já deu para entender né?

A porta dos locais públicos virou um cinzeiro público, com incontáveis bitucas visíveis, e outras tantas que, um fumante envergonhado fez questão de esconder atrás da plantinha ali ao lado. Será que eles não enxergam toda essa poluição? Me sinto envergonhado pelo descaso alheio. Bitucas deveriam ser comestíveis, ou deviam servir de OB, ou tampax, qualquer coisa que pudesse ser enfiada dentro do “ambiente” do fumante. Desculpe o desabafo, mas até agora não vi um local que tivesse a cérebre (com “r”mesmo, de célebre cérebro) idéia de utilizar cinzeiros na porta de seu recinto. Nem ligam para a sujeira na porta de casa, é culpa do fumante mesmo. E o fumante, do outro lado, diz que só não joga no cinzeiro por que não tem, é culpa da casa mesmo.

Enfim, o embate não tem fim. Se não houver a consciência de todos, digo TODOS, de que estamos sentados em um cinzeiro urbano, não haverá concordância. E joga a bola pra lá, e joga pra cá e nada anda. Tá tão difícil respeitar?

Política Sustentável

Fonte: Blog da Amazônia/Altino Machado

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Quando falamos em sustentabilidade, logo pensamos nas práticas de economizar e reciclar, mas será que é só isso que podemos fazer pelo meio ambiente? Durante uma palestra com a senadora e ex-ministra do meio ambiente Marina Silva, pude perceber que a sustentabilidade se dá por meio de escolhas, ações. E é isso mesmo, você é quem elege as empresas com que se relaciona, você é quem elege os políticos que governarão o país. São escolhas que devem ser avaliadas com consciência ambiental, social e econômica. Não compre produtos das empresas que você sabe que prejudicam o ambiente, não vote naquele político que só quer saber de popularidade, seja consciente nas suas escolhas, tenha ações sustentáveis numa visão do todo.

Em carta enviada na manhã desta quarta-feira, 19, ao presidente do partido dos trabalhadores, Ricardo Berzoini, a ex-seringueira e ex-ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, comunicou a decisão de se desligar do PT.

Recorte:

-  Hoje lhe comunico minha decisão de deixar o Partido dos Trabalhadores. É uma decisão que exigiu de mim coragem para sair daquela que foi até agora a minha casa política e pela qual tenho tanto respeito, mas estou certa de que o faço numa inflexão necessária à coerência com o que acredito ser necessário alcançar como novo patamar de conquistas para os brasileiros e para a humanidade. Tenho certeza de que enfrentarei muitas dificuldades, mas a busca do novo, mesmo quando cercada de cuidados para não desconstituir os avanços a duras penas alcançados, nunca é isenta de riscos.

Segue a carta na íntegra:

“Brasília, 19 de agosto de 2009

Caro companheiro Ricardo Berzoini,

Tornou-se pública nas últimas semanas, tendo sido objeto de conversa fraterna entre nós, a reflexão política em que me encontro há algum tempo e que passou a exigir de mim definições, diante do convite do Partido Verde para uma construção programática capaz de apresentar ao Brasil um projeto nacional que expresse os conhecimentos, experiências e propostas voltados para um modelo de desenvolvimento em cujo cerne esteja a sustentabilidade ambiental, social e econômica.

O que antes era tratado em pequeno círculo de familiares, amigos e companheiros de trajetória  política, foi muito ampliado pelo diálogo com lideranças e militantes do Partido dos Trabalhadores, a cujos argumentos e questionamentos me expus com lealdade e atenção. Não foi para mim um processo fácil. Ao contrário, foi intenso, profundamente marcado pela emoção e pela vinda à tona de cada momento significativo de uma trajetória de quase trinta anos, na qual ajudei a construir o sonho de um Brasil democrático, com justiça e inclusão social, com indubitáveis avanços materializados na eleição do Presidente Lula, em 2002.

Hoje lhe comunico minha decisão de deixar o Partido dos Trabalhadores. É uma decisão que exigiu de mim coragem para sair daquela que foi até agora a minha casa política e pela qual tenho tanto respeito, mas estou certa de que o faço numa inflexão necessária à coerência com o que acredito ser necessário alcançar como novo patamar de conquistas para os brasileiros e para a humanidade. Tenho certeza de que enfrentarei muitas dificuldades, mas a busca do novo, mesmo quando cercada de cuidados para não desconstituir os avanços a duras penas alcançados, nunca é isenta de riscos.

Tenho a firme convicção de que essa decisão vai ao encontro do pensamento de milhares de pessoas no Brasil e no mundo, que há muitas décadas apontam objetivamente os equívocos da concepção do desenvolvimento centrada no crescimento material a qualquer custo, com ganhos exacerbados para poucos e resultados perversos para a maioria, ao custo, principalmente para os mais pobres, da destruição de recursos naturais e da qualidade de vida.

Tive a honra de ser ministra do Meio Ambiente do governo Lula e participei de importantes conquistas, das quais poderia citar, a título de exemplo, a queda do desmatamento na Amazônia, a estruturação e fortalecimento do sistema de licenciamento ambiental, a criação de 24 milhões de hectares de unidades de conservação federal, do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e do Serviço Florestal Brasileiro. Entendo, porém, que faltaram condições políticas para avançar no campo da visão estratégica, ou seja, de fazer a questão ambiental alojar-se no coração do governo e do conjunto das políticas públicas.

É evidente que a resistência a essa mudança de enfoque não é exclusiva de governos. Ela está presente nos partidos políticos em geral e em vários setores da sociedade, que reagem a sair de suas práticas insustentáveis e pressionam as estruturas públicas para mantê-las.

Uma parte das pessoas com quem dialoguei nas últimas semanas perguntou-me por que não continuar fazendo esse embate dentro do PT. E chego à conclusão de que, após 30 anos de luta socioambiental no Brasil – com importantes experiências em curso, que deveriam ganhar escala nacional, provindas de governos locais e estaduais, agências federais, academia, movimentos sociais, empresas, comunidades locais e as organizações não-governamentais – é o momento não mais de continuar fazendo o embate para convencer o partido político do qual fiz parte por quase trinta anos, mas sim o do encontro com os diferentes setores da sociedade dispostos a se assumir, inteira e claramente, como agentes da luta por um Brasil justo e sustentável, a fazer prosperar a mudança de valores e paradigmas que sinalizará um novo padrão de desenvolvimento para o País. Assim como vem sendo feito pelo próprio Partido dos Trabalhadores, desde sua origem, no que diz respeito à defesa da democracia com participação popular, da justiça social e dos direitos humanos.

Finalmente, agradeço a forma acolhedora e respeitosa com que me ouviu, estendendo a mesma gratidão a todos os militantes e dirigentes com quem dialoguei nesse período, particularmente a Aloizio Mercadante e a meus companheiros da bancada do Senado, que sempre me acolheram em todos esses momentos. E, de modo muito especial, quero me referir aos companheiros do Acre, de quem não me despedi, porque acredito firmemente que temos uma parceria indestrutível, acima de filiações partidárias. Não fiz nenhum movimento para que outros me acompanhassem na saída do PT, respeitando o espaço de exercício da cidadania política de cada militante. Não estou negando os imprescindíveis frutos das searas já plantadas, estou apenas me dispondo a continuar as semeaduras  em outras searas.

Que Deus continue abençoando e guardando nossos caminhos.

Saudações fraternas,

Marina Silva”

Confira a seguir o que fazer com seu lixo

Fonte: Planeta Sustentável

Descubra aqui, como se livrar de alguns dos lixos que produzimos, com indicação de intituições e empresas que fazem do seu lixo algo útil. Vale lembrar que o encaminhamento consciente do lixo é uma prática de respeito ambiental e social.

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RESTOS DE COMIDA
O lixo orgânico representa 57% dos rejeitos paulistanos. Quem quiser transformar cascas de frutas e legumes em adubo para plantas pode montar ou comprar uma composteira. Também chamados de minhocários caseiros, esses sistemas têm minhocas vivas que transformam os restos de alimento em compostos orgânicos. Estão à venda nos sites moradadafloresta, lixeiraviva, composteira e minhocasa

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ÓLEO DE COZINHA

Jogado no ralo, 1 litro de óleo de cozinha usado contamina até 20 000 litros de água. Para transformá-lo em sabão, coloque-o em garrafas plásticas e leve para os supermercados Pão de Açúcar. Condomínios podem fazer o mesmo com os galões de 50 litros vendidos, por 30 reais, pela ONG Trevo.

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MÓVEIS E ENTULHO

Resíduos de reformas, móveis velhos e restos de poda de árvores com volume de até 1 metro cúbico, que não são grandes a ponto de justificar o aluguel de uma caçamba, devem ser levados a um dos 37 Ecopontos da cidade. A lista completa está no site da Limpurb

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CELULARES, BATERIAS E CARREGADORES

Com a sanção da lei estadual que institui normas para reciclagem e destinação final do lixo eletrônico em São Paulo, as lojas de celulares passaram a ser obrigadas a receber aparelhos usados. Baterias, por exemplo, contêm metais pesados perigosos que não devem ir para aterros. Só as lojas da Vivo reciclaram, no primeiro semestre de 2009, mais de 74 000 itens. As 376 agências dos bancos Real e Santander na cidade, que recolhem celulares, pilhas e baterias, reciclaram 17,8 toneladas no mesmo período.

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REMÉDIOS E SERINGAS
Os vidrinhos vazios e bem lavados podem ir para o cesto comum, mas remédios vencidos e seringas usadas devem ser encaminhados para incineração em hospitais e postos de saúde. Para evitar acidentes com os coletores, guarde as seringas em caixas ou embalagens rígidas.

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PILHAS E BATERIAS
A coleta de pilhas e baterias começou a ser feita nas lojas da Drogaria São Paulo em 2004. Tudo é reciclado pela empresa Suzaquim, de Suzano. Dois anos depois, surgiu o Programa Papa-Pilhas, dos bancos Real e Santander, que já coletou 56,7 toneladas de pilhas, baterias e celulares.

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LÂMPADAS USADAS
Como contêm mercúrio, um veneno perigoso, em sua composição química, as lâmpadas fluorescentes exigem cuidados especiais ao ser descartadas. Poucas empresas fazem a reciclagem – uma delas é a Apliquim.Tratado, seu vidro pode ser usado em pastilhas e materiais de construção. Caso a lâmpada se quebre, é preciso evitar inalar a substância de seu interior ou tocar nela. Já as lâmpadas incandescentes convencionais podem ir para o fundo dos aterros comuns.
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ELETROELETRÔNICOS
Com destino ainda indefinido, computadores, televisores e outros equipamentos quebrados não têm um caminho seguro fora dos aterros sanitários. O site lixoeletronico.org lista empresas que aceitam doaçõe dos que funcionam e outras que cobram para reciclar os quebrados.

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PNEUS VELHOS
Todos os meses, 12 000 toneladas de pneus sem possibilidade de recauchutagem são coletados para reciclagem na cidade. O Programa de Coleta e Destinação de Pneus Inservíveis da Reciclanip, uma entidade formada pelos fabricantes, transforma-os em materiais como solado de sapato e borracha de vedação. Há uma lista de pontos de coleta no site reciclanip.com.br

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ISOPORES

Embora ainda tenham baixo valor de mercado e sejam desprezados em algumas cooperativas, os isopores podem ser reutilizados. Inclua-os junto com os plásticos. O tipo EPS (poliestireno expandido), comum em embalagens de eletrônicos, é mais aceito que o XPS (poliestireno extrudado), usado em bandejinhas de alimentos.

Empreendedorismo para Sustentabilidade – Dilemas e Oportunidades

Fonte: Radar Verde


Programe-se! Acontece na segunda-feira, dia 24 de agosto, às 10h30, o videochat sobre “Empreendedorismo para Sustentabilidade – Dilemas e Oportunidades”.

O debate, com duração aproximada de uma hora e meia, trará três empreendedores que já estão nesse caminho e que dialogarão com o público sobre suas experiências, perspectivas e desafios no empreendedorismo para a sustentabilidade.
São eles: Clélia Angelon (Surya Brasil), Eduardo Conde Filho (BMK) e Luís Fernando Laranja (Ouro Verde Amazônia), tendo como mediador o jornalista Alexandre Mansur, da Revista Época.

Este evento é resultado de uma parceria entre o Centro de Estudos de Sustentabilidade (GVCes) e o Grupo Santander Brasil (formado pelos Bancos Santander e Real).

- Clique aqui para saber mais.

- No dia do evento, acompanhe aqui o videochat.

Catadores de materiais recicláveis ganham visibilidade, mas falta muito para dignidade.

Fonte: Agência Brasil/Revista Meio Ambiente

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Nos últimos meses, tenho visto uma cena triste de descaso e ignorância (aquele que ignora). A pessoa joga uma latinha na rua e, sob olhares de reprovação, responde: “Não dá nem tempo de cair no chão, alguem vem pegar rapidinho”, como se aquela latinha fosse uma forma de ajuda (trocado) para a outra pessoa. Não é bem assim, infelizmente a informalidade desse mercado de trabalho é massiva e essa latinha só ajuda a manter tudo como está. Deixemos claro que informalidade é exploração.

Um sistema online, inédito no país, foi desenvolvido em parceria pelo centro de informática da Usina Itaipu Binacional e o Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis (MNCR). Quinhentas cooperativas de catadores de materiais recicláveis já estão incluídas no Cadastro Nacional de Catadores de Materiais Recicláveis, que começou a funcionar na internet no último dia 7.

O Brasil possui cerca de 600 cooperativas formais, que reuniriam cerca de 40 mil catadores. O número de profissionais, entretanto, pode ser bem maior, salientou Amorim. “A gente estima que existam no Brasil cerca de 800 mil catadores em atividade. A gente ainda tem boa parte que não está organizada em grupos. Trabalha individualmente.”

A expectativa, porém, é que o número de catadores filiados a cooperativas cresça, do mesmo modo que a formalização de novos postos de trabalho se amplie, principalmente a partir dos dados do cadastro e a efetivação de alguns programas de incentivo ao setor, destacou.

Além de financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), as cooperativas de catadores contam com incentivo para aquisição de infraestrutura de trabalho. Um desses incentivos é dado pela Lei 11.445, que trata da Política Nacional de Saneamento, informou o coordenador do MNCR. Essa lei facilita que as prefeituras contratem organizações de catadores, tornando o seu trabalho mais regularizado.

A Caixa Econômica Federal também possui uma política de incentivo à atividade dos catadores por meio de programas de desenvolvimento regional. O MNCR negocia com o Ministério do Trabalho e Emprego recursos para investimentos em infraestrutura para as organizações.

Os catadores começam a ganhar visibilidade por meio das cooperativas, mas ainda é cedo para cantar vitória, muito precisa ser feito para que esse trabalho deixe de ser exploração.

Não jogue sua latinha na rua como se fosse um trocado, direcione os materiais recicláveis para cooperativas que sejam registradas. Isso se chama respeito pelo próximo.

Pesquisa revela que 31% dos brasileiros não sabem o que é Saneamento Básico

Fonte: CarbonoBrasil/Trata Brasil

Durante minhas viagens pelo Brasil, pude notar que grande parte dos brasileiros que estão fora do sul e sudeste não tem a menor noção do que seria meio ambiente, muito menos saneamento básico. Já descrevi aqui no blog, em outra ocasião, sobre o pensamento que essas pessoas tem em relação ao uso e descarte de produtos industrializados e, como forma de quantificar os dados que havia percebido, surgiu essa pesquisa.

Uma pesquisa divulgada nesta quarta-feira (12) pelo Instituto Trata Brasil e IBOPE revela que quase 1/3 da população não sabe o que é saneamento básico.  A pesquisa “Percepções sobre Saneamento Básico” ouviu 1.008 pessoas moradoras das 79 cidades brasileiras com mais de 300 mil habitantes.

Em uma questão específica sobre o termo, na qual os entrevistados poderiam indicar mais de um tipo de serviço dentro do conceito, as cinco respostas mais mencionadas foram: serviços de esgoto (54%), serviços de água (28%), coleta de lixo (15%), limpeza pública (14%) e pavimentação (8%).

Apesar dos dados do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (Ministério das Cidades) indicarem que apenas metade da população têm acesso a esgoto, 77% das pessoas acreditam que estão ligadas à rede pública. Essa percepção é maior nas cidades do Sul (87%) e do Sudeste (84%).

“Como os dados oficiais indicam que esta porcentagem é menor, percebe-se que a população acredita que o esgoto de seu domicílio é ligado à rede municipal de esgoto, quando na verdade não é”, afirma o presidente executivo do Instituto Trata Brasil, Raul Pinho.

A pesquisa revelou ainda que é muito baixo o número de pessoas que declara ter levado em conta as condições de esgoto quando escolheu seu candidato nas últimas eleições municipais: apenas 2%, que passam para 5% entre os que não possuem serviço público de coleta. O abastecimento de água é citado por 1%. Nos primeiros lugares, aparecem as demandas por serviços de saúde (19%), segurança (10%) e educação (10%).

Na opinião de 61% dos pesquisados, os candidatos não se mostraram preocupados com o tema saneamento básico. Essa percepção é maior na periferia (68%), em cidades do Norte e do Centro-Oeste (67%) e pelos que não estão ligados à rede (67%).

Enquanto nós, nos grandes centros urbanos, estamos saturados de conscientização e papo sustentável, vemos que em outras cidades do país essa realidade não é a mesma, demonstrando uma grande carência de informação para essas pessoas que vivem nos locais em que a conservação é fator importantíssimo. Algumas empresas já entenderam que para se conservar uma região é preciso que os habitantes estejam engajados nessa prática, evitando que eles degradem a sua própria terra por falta de conhecimento/informação.

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