Atitude Eco – Ativismo e sustentabilidade

Ativismo, mobilização, comunicação e sustentabilidade

Monthly Archives: June 2010

Responsabilidade Social na Gestão dos Negócios

Fonte: Jaqueline Lasko – 30/06/2010 – Planeta Sustentável

No dia 8 de julho será sediado, em São Paulo, o treinamento Implantação de Políticas de Responsabilidade Social Corporativa e Sustentabilidade na Gestão dos Negócios, que terá por objetivo capacitar diretores, gerentes, supervisores, chefes de planejamento, execução e controle de atividades ligadas a sustentabilidade e profissionais da área de administração geral, educação, saúde, logística, produção, setor público e terceiro setor, em alto nível de sustentabilidade.

Visando identificar processos de gestão existentes na empresa voltados para as práticas sociais, ambientais e econômicas o curso abordará os seguintes temas:
- Responsabilidade Social: os valores da empresa ética e cidadã e a visão estratégica.
- As transformações da sociedade e do mundo.
- Os quatro pilares da transformação.
- Conceito de Responsabilidade Social.
- A inteligência social repercutindo nas atitudes de vanguarda das empresas.
- Consumo consciente.
- Cidadania empresarial e Terceiro Setor: as relações das empresas com as ONGs.
- Conceito de sustentabilidade.
- Planejamento estratégico da Responsabilidade Social e da sustentabilidade.
- Impactos da sustentabilidade na gestão dos negócios.
- Como desenvolver políticas de Responsabilidade Social e sustentabilidade nos negócios.
- Disseminando a nova cultura sustentável internamente, por meio das políticas.
- Gerando o comprometimento com a sustentabilidade e a Responsabilidade Social através das políticas.

Implantação de políticas de Responsabilidade Social Corporativa e Sustentabilidade na Gestão dos Negócios
Data:
08/07, das 9h às 18h
Local: Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas – Auditório Fipe
Endereço: Alameda Casa Branca, 35 – 4º andar – Jd. Paulista – São Paulo/SP

Investimento:
Até 06/07 – R$ 290,00 (Assinantes da Revista Filantropia, participantes de outros cursos da Diálogo Social, associados da ADVB e estudantes em geral)
Até 06/07 – R$ 350,00 (Demais profissionais e interessados em geral)
Até 08/07 – R$ 390,00 (Valor para inscrições realizadas dois dias antes ou no dia do treinamento)

Série – “Arquitetando com Thelma” – Decoração com objetos eco-sustentáveis

Fonte: Arquitetando na Net

O estúdio de design Shulab criou esta série de pequenos vasos de plantalightpot“. Ele utiliza luzes de LED e permite que as plantas cresçam em qualquer área da casa sem necessidade da luz solar.

Série – “Arquitetando com Thelma” – Decoração com objetos eco-sustentáveis

Fonte: Arquitetando na Net

Forma, design, pensamento eco-sustentável e funcionalidade fazem parte desse conjunto, é o ”W+W“, criado pelos designers Gabriele e Oscar Buratti, da empresa Roca. É uma peça única, com formato em L, integra pia e vaso sanitário. A água usada na pia é filtrada e (re)utilizada para suprir o vaso sanitário, garantindo uma economia de 25% da água que seria utilizada com os dois processos em separado.

Um sistema automático de limpeza previne mau cheiro e a proliferação de bactérias. O sistema interno controla a temperatura e vazão da água para economizar energia. Valor R$ 6.900,00. A venda nas grandes lojas do ramo de materiais de construção.

Série – “Arquitetando com Thelma” – Decoração com objetos eco-sustentáveis

Fonte: Arquitetando na Net

O italiano Studio Macs cria objetos de decoração com materiais que deveriam ser descartados, com a convicção de que o futuro do design seja eco-sustentável. Massimo Furlan, artesão-designer do estúdio parte do princípio que cada objeto abandonado não é um descarte, mas sim, um “MEC – MicroEsplosioneCelebraleCreativa”. O designer recupera tudo o que encontra e também aquilo que o cliente pede para ser recuperado; reinventando formas e funções dos objetos.

http://macsdesign.wordpress.com/

Patch Adams no Roda Viva (2007)

Nesse programa de entrevistas na televisão brasileira (Roda Viva), em 2007, Patch Adams afirmou que nunca disse que “rir é o melhor remédio”, e sim que o riso “faz parte de um contexto”. Na verdade, seu lema era “a amizade é o melhor remédio”. Disse também ter uma Biblioteca de 18.000 volumes e que lê muita poesia, adora os poemas de Pablo Neruda, porque segundo ele, a poesia nos dá amor. Criticou as pessoas que têm muito dinheiro e nada fazem pelos menos favorecidos, usou o termo “lixo” para definí-las. E renegou o filme “Patch Adams” de Tom Shadyac, dizendo que ele não condiz com a verdade; criticou o Governo Americano, a quem chamou de “Terrorista”, assim como as indústrias de medicamentos, que só visam os lucros bilionários. Sua filosofia de vida é o amor, não apenas no âmbito hospitalar, mas em nossas relações sociais como um todo, independente de lugar. Tem por opinião que o objetivo do médico não é curar e sim cuidar. Cuidar com muito amor, tocando nos doentes, olhando em seus olhos, sorrindo.

Patch Adams fala sobre o filme.

Parte 2 (Patch Adams fala sobre os hospitais.)

Parte 3 (Patch Adams comenta sobre o depoimento do entrevistador do progama Roda Viva.)

Parte 4 (Patch Adams responde pergunta formulada por Wellington Nogueira dos Doutores da Alegria)

Parte 5 (Patch Adams fala sobre saúde mental.)

Parte 6 (Patch Adams fala sobre ser americano.)

Parte 7 (Patch Adams fala sobre cura, qualidade de vida e pensamento positivo.)

Parte 8 (Patch Adams fala sobre indústria farmacêutica.)

Parte 9 (Patch Adams fala sobre sua trajetória)

Parte 10 (Patch Adams fala sobre seu modo de vestir.)

Todas as partes estão disponíveis no canal do Youtube/atitudeco.

Participe do Concurso de Vídeo Elo Company/FIBoPS

Entre os dias 10 de junho até 20 de julho de 2010, acontece o concurso cultural da Elo Company em parceria com a FIBoPS – Feira Internacional para o Intercâmbio das Boas Práticas Ambientais. Mostre toda sua criatividade e compromisso com as questões socioambientais produzindo um vídeo que incentive as boas práticas ambientais em suas mais diversas manifestações (sociais, culturais, econômicas, artísticas e religiosas). Os vídeos poderão assumir as mais diversas linguagens (ficção, documentário, vídeo-arte, vídeo-dança, vídeo-clipe, etc) e técnicas de produção, apenas com limitação máxima de duração de 30 minutos, em formato DVD.

A seleção dos melhores vídeos será feita por uma banca julgadora que escolherá os vídeos vencedores, num total de cinco premiados. Os contemplados ganharão prêmios, terão seus vídeos exibidos no canal ELO SUSTENTÁVEL, além de desfrutar do extenso network da feira!

Para mais informações, premiação e regulamento clique aqui.

Blog Viva o Parque!

Segue a apresentação do Blog Viva o Parque.

“O projeto que está tramitando nos órgãos públicos, prevê a construção de quatro torres residenciais restando apenas uma pequena área verde, as respectivas compensações e dois transplantes de árvores. Tenho em mãos imagens da planta que mostram o quanto será degradado.


A empresa pode até estar dentro da lei ambiental, mas existem muitos outros prejuízos fora o corte de árvores. Várias maritacas vivem na área e outros pássaros que não serão “compensados” com a perda.

Além disso, a população se beneficiaria do uso da área para esportes, caminhadas, encontros, eventos, convivio, lazer, cultura, ar puro… E muito mais benefícios que só uma área verde pode trazer.

Acredito que podemos sim evitar tal catástrofe, nos juntando e mostrando a importância de manter uma área verde e criar uma cultura entre os moradores da região de que preservar a natureza é mais do que necessário, é uma urgência.

Iniciativas parecidas renderam bens inestimáveis para os moradores e futuros moradores da cidade,  como por exemplo, o parque Mário Covas na Avenida Paulista. Se não fosse a intervenção da população e da iniciativa privada, teriamos perdido várias árvores e todos os benefícios que um parque pode trazer para a sociedade.

Minha idéia é buscar assinaturas e mover uma ação civil pública propondo à prefeitura a criação de um parque no terreno.

Todos os moradores que consultei foram unânimes em defender a idéia do parque.

Você pode entrar em contato comigo pelo email: fernando.salvio@gmail.com .

Peço todo seu apoio para fazer a diferença num assunto tão importante para todos nós.

Comece assinando o abaixo-assinado e divulgue para o maior número de pessoas!

Obrigado!”

Menos fumaça nos canaviais

Fonte: Revista Pesquisa/FAPESP

Mais da metade da cana-de-açúcar da safra 2009/2010 no estado de São Paulo foi colhida sem a queima da palha. As informações são do projeto Canasat, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), que monitora a colheita de cana por meio de imagens de sensoriamento remoto obtidas por satélites a cerca de 800 quilômetros de altitude. O relatório da última safra mostra que 2,27 milhões de hectares – cerca de 56% – foram colhidos sem a queima de palha, ante 1,8 milhão de hectares em que se lançou mão desse recurso. Na safra 2006/2007, quando esse tipo de monitoramento começou a ser feito em território paulista, a colheita sem queima ficou em 34%. Desde a assinatura do Protocolo Agroambiental do Setor Sucroalcooleiro entre o governo do estado e a União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica), em 2007, a colheita manual, precedida pela queima da palha, tem sido gradativavente substituída pela mecanização. O acordo prevê a eliminação total da queima da cana e da palha até 2017.

Brasil se torna o principal destino de agrotóxicos banidos no exterior

Fonte: Lígia Formenti – O Estado de S.Paulo

Campeão mundial de uso de agrotóxicos, o Brasil se tornou nos últimos anos o principal destino de produtos banidos em outros países. Nas lavouras brasileiras são usados pelo menos dez produtos proscritos na União Europeia (UE), Estados Unidos e um deles até no Paraguai.

A informação é da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), com base em dados das Nações Unidas (ONU) e do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio.

Apesar de prevista na legislação, o governo não leva adiante com rapidez a reavaliação desses produtos, etapa indispensável para restringir o uso ou retirá-los do mercado. Desde que, em 2000, foi criado na Anvisa o sistema de avaliação, quatro substâncias foram banidas. Em 2008, nova lista de reavaliação foi feita, mas, por divergências no governo, pressões políticas e ações na Justiça, pouco se avançou.

Até agora, dos 14 produtos que deveriam ser submetidos à avaliação, só houve uma decisão: a cihexatina, empregada na citrocultura, será banida a partir de 2011. Até lá, seu uso é permitido só no Estado de São Paulo.

Da lista de 2008, três produtos aguardam análise de comissão tripartite – formada pelo Istituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama), Ministério da Agricultura (Mapa) e Anvisa – para serem proibidos: acefato, metamidofós e endossulfam. Um item, o triclorfom, teve o pedido de cancelamento feito pelo produtor. Outro produto, o fosmete, terá o registro mantido, mas mediante restrições e cuidados adicionais.

Enquanto as decisões são proteladas, o uso de agrotóxicos sob suspeita de afetar a saúde aumenta. Um exemplo é o endossulfam, associado a problemas endócrinos. Dados da Secretaria de Comércio Exterior mostram que o País importou 1,84 mil tonelada do produto em 2008. Ano passado, saltou para 2,37 mil t.

“Estamos consumindo o lixo que outras nações rejeitam”, resume a coordenadora do Sistema Nacional de Informação Tóxico-Farmacológicas da Fundação Oswaldo Cruz, Rosany Bochner. Proibido na UE, China, Índia e no Paraguai, o metamidofós segue caminho semelhante.

O pesquisador da Fiocruz Marcelo Firpo lembra que esse padrão não é inédito. “Assistimos a fenômeno semelhante com o amianto. Com a redução do mercado internacional, os produtores aumentaram a pressão para aumentar as vendas no Brasil.” As táticas usadas são várias. “Pagamos por isso um preço invisível, que é o aumento do custo na área de saúde”, completa.

O coordenador-geral de Agrotóxicos e Afins do Mapa, Luís Rangel, admite que produtos banidos em outros países e candidatos à revisão no Brasil têm aumento anormal de consumo entre produtores daqui. Para tentar contê-lo, deve ser editada uma instrução normativa fixando teto para importação de agrotóxicos sob suspeita. O limite seria criado segundo a média de consumo dos últimos anos. Exceções seriam analisadas caso a caso.

A lentidão na apreciação da lista começou com ações na Justiça, movidas pelas empresas de agrotóxicos e pelo sindicato das indústrias. Em uma delas, foram incluídos documentos em que o próprio Mapa posicionou-se contrariamente à restrição. Só depois que liminares foram suspensas, em 2009, as análises continuaram.

Empresas. Representantes das indústrias criticam o formato da reavaliação. O setor diz não haver critérios para a escolha dos produtos incluídos na lista. E criticam a Anvisa por falta de transparência. Para as indústrias, o material da Anvisa não traz informações técnicas.

A Associação Nacional de Defesa Vegetal critica as listas de riscos ligados ao uso de produtos, muitas vezes baseadas em estudos feitos em laboratório. “Não há como fazer estudos de risco em população expressiva. A cada dia, mais países baseiam suas decisões em estudos feitos em laboratórios”, rebate o gerente-geral de Toxicologia da Anvisa, Luiz Cláudio Meireles.

Ecobus

Aos poucos vamos vendo ações significativas para a resolução do problema ambiental, como é o caso da criação e substituição dos ônibus movidos a diesel, um dos combustíveis mais poluentes utilizados na frota de automóveis. Desde 1992, alguns países europeus começaram a troca de seus ônibus por veículos mais ecológicos, que utilizam GNV (gás natural) e, aos poucos, essa idéia foi criando corpo aqui no Brasil, colocando em circulação seus primeiros ônibus movidos a gás em 2006.

Em 2009 surgiu uma nova tecnologia para o abastecimento desses veículos, movidos a hidrogênio, necessitam apenas de água e energia elétrica. Depois de três anos de pesquisa, essa inovação pode ir às ruas da cidade de São Paulo. “O processo que transforma água em combustível é simples. Na estação de produção de São Bernardo, as moléculas de água (H2O) são separadas pelo processo de eletrólise. O oxigênio é liberado na atmosfera, enquanto o hidrogênio passa por compressão para ser armazenado em nove tanques que ficam sobre o teto do ônibus.” Diz Daniel Nunes Gonçalves, da revista Veja.

Esse semestre foi a vez do Rio de Janeiro de entrar na dança e atender ao chamado do meio ambiente, iniciando o projeto de substituição da sua frota de ônibus, pretendendo ter cerca de 20% dos veículos em circulação até os jogos de 2016.

O projeto Ônibus Brasileiro a Hidrogênio foi desenvolvido pelo Ministério de Minas e Energia e pela Empresa Municipal de Transportes Urbanos, em parceria com três entidades. O custo total foi de cerca de R$ 31 milhões. Até o fim de 2010, serão quatro ônibus a hidrogênio.

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