Atitude Eco – Ativismo e sustentabilidade

Ativismo, mobilização, comunicação e sustentabilidade

Monthly Archives: December 2010

Os 10 artigos sustentáveis mais populares do ano

Para fechar o ano de 2010, deixo a relação dos posts que receberam mais visitas. É bem interessante observar que as pessoas buscaram bastante informação sobre dicas caseiras ou atitudes no dia a dia.

  1. Você conhece os símbolos da reciclagem?Símbolos da Reciclagem
  2. Desodorante Caseiro
  3. Lista de deputados que aprovaram o aumento salarial
  4. Repelente caseiro
  5. Dor de garganta? Dicas caseiras
  6. Dia Sem Compras – Buy Nothing Day
  7. Carro ou bicicleta? Bicicarro?
  8. Como funciona o comércio de carbono?
  9. Ações no âmbito empresarial e político para construir uma sociedade responsável social e ambientalmente
  10. Não ao desperdício de alimentos

O Atitude Eco deseja a todos um ótimo final de ano, com muito compartilhamento, afeto e união. Voltamos com o ritmo de postagem na primeira semana de 2011.

Como utilizar Feed e RSS?

Fonte: The Startup Lab

Com a grande quantidade de sites, blogs e informações que temos possibilidade de ter acesso fica difícil de acompanhar de perto o que cada fonte está postando. Mesmo que você tenha sua seleção de sites no favoritos, visitar um por um atrás de novidades é uma tarefa árdua e nada prática. Se você também tem essa angústia, é hora de começar a usar um Feed. É altamente viciante, cuidado.

Segundo Edney Souza, do Interney: “RSS significa Rich Site Sumary ou Really Simple Syndication, é um formato que permite distribuir o conteúdo do seu site de uma forma padronizada que permite que ele seja lido em diversos leitores de notícias. Os endereços que distribuem notícias no formato RSS também são conhecidos como feeds.”

Acredite: Utilizar Feeds e RSS é uma tarefa simples e que muda a sua forma de se relacionar com o conteúdo. Juro, vale muito a pena.

Vamos as vias de fato.google reader

 

feed rss

Figura 1

O primeiro passo é buscar um leitor de Feed que lhe agrade: Existem leitores online e offline. Eu utilizo o Google Reader, que é um leitor online e, se você possui uma conta de Gmail, também já tem acesso ao Reader, é só começar a usar. O leitor offline mais utilizado é o FeedReader. Para utilizar o leitor offline é preciso fazer o download e instalação, nada complexo também.

A diferença é que leitores online podem ser acessados de qualquer computador, no trabalho, em casa, lan house, etc., enquanto os leitores offline oferecem uma gama maior de funcionalidades.

feed rss

Figura 2

Feita a escolha é só começar a adicionar os Feeds que você quer receber informação, como por exemplo o da The Startup Lab. Para adicionar é só procurar pelo ícone de RSS ou algum link que indique, como apresentado na Figura 1 ou na parte superior do menu do blog.

Assim que você clicar será redirecionado para uma página similar a Figura 2, que apresenta várias opções de leitores de Feed para você escolher, tais como Yahoo, Netvibes, Google, Bloglines e outros. Você também pode optar por receber as atualizações por email, mas Feed é muito mais prático.

inscrições feed rss

Figura 3

Pessoalmente, acho mais prático adicionar a inscrição pela opção “Adicionar Inscrição”, disponível no canto esquerdo do Google Reader, como demonstrado na Figura 3. É só clicar e adicionar a URL do site ou blog que você adicionar.

Outra dica é para aproveitar melhor as informações é organizá-las por pastas e temas, também na Figura 3, onde organizo meus Feeds por Empreendedorismo, Sustentabilidade, Mídias Sociais, etc. Os números ao lado das pastas indicam a quantidade de atualizações que ainda não foram lidas.

Se você ainda não conseguiu entender como funciona essa ferramenta, não se desespere. O vídeo abaixo explica tudinho sobre Feeds e como fazer a instalação.

Lista de deputados que aprovaram o aumento salarial

câmara deputadosNão é a toa que o Brasil tem um dos impostos mais caros do mundo, nossos políticos se aproveitam do poder para benefício próprio, inflando a folha de pagamentos de forma irresponsável e imoral. Como podemos pensar em corte de custos ou reavaliação de imposto tendo uma estrutura de poder tão desonesta e alheia a realidade?

Dos 317 deputados federais, apenas 35 votaram contra o requerimento de urgência no projeto que aumentou o salário de deputados federais, senadores, presidente e vice-presidente da República e ministros de Estado para R$ 26,7 mil. Esse valor é 62% maior que o salário pago hoje. Essa ação tem efeito em cascata, já que os deputados estaduais e distritais recebem até 75% do salário dos federais. O novo salário entra em vigor em fevereiro.

Essa votação apenas abriu caminho para a votação no senado, onde apenas Marina Silva (PV), Alvaro Dias (PSDB-PR) e José Nery votoram contra. PENSE BEM.

Ao total, o custo MENSAL de UM deputado é de R$ 126 mil

  • Salário: R$ 26 mil (recebem 13º, 14º e 15º!!!!)
  • Verba gabinete: R$ 60 mil
  • Verba indenizatória (combustível, tv a cabo): R$ 15 mil
  • Assistência Médica: R$ 8 mil
  • Cota telefônica: R$ 4 mil
  • Passagens: R$ 9 mil
  • Assinaturas mensais de revistas: R$ 1 mil
  • Auxílio moradia: R$3 mil

Portanto… Se calcularmos o custo apenas dos deputados federais, que são 317, temos R$ 40 milhões/mês, ou quase meio bilhão de reais por ano, apenas para sustentar os deputados federais… Se você acha um absurdo, é hora de conferir se o seu candidato votou a favor dessa palhaçada e também de anotar quem são aqueles que você NÃO deve votar mais, nunca mais.

Compartilhe essa lista e colabore para uma eleição mais consciente.

Acre (AC)camara dos deputados
Flaviano Melo  PMDB  Sim
Henrique Afonso  PV     Não
Sergio Petecão  PMN     Sim
Total Acre: 3

Alagoas (AL)
Antonio Carlos Chamariz  PTB     Sim
Benedito de Lira  PP     Sim
Francisco Tenorio  PMN     Sim
Givaldo Carimbão  PSB  Sim
Joaquim Beltrão  PMDB  Sim
Maurício Quintella Lessa  PR     Sim
Total Alagoas: 6

Amapá (AP)
Evandro Milhomen  PCdoB  Sim
Janete Capiberibe  PSB  Sim
Jurandil Juarez  PMDB  Sim
Sebastião Bala Rocha  PDT     Sim
Total Amapá: 4

Amazonas (AM)
Átila Lins  PMDB  Sim
Rebecca Garcia  PP     Sim
Silas Câmara  PSC     Sim
Total Amazonas: 3

Bahia (BA)
Alice Portugal  PCdoB  Sim
Antonio Carlos Magalhães Neto  DEM     Sim
Claudio Cajado  DEM     Sim
Colbert Martins  PMDB  Sim
Daniel Almeida  PCdoB  Sim
Edson Duarte  PV     Sim
Fábio Souto  DEM     Sim
Félix Mendonça  DEM     Sim
Geraldo Simões  PT     Sim
João Carlos Bacelar  PR     Sim
João Leão  PP     Sim
Jorge Khoury  DEM     Sim
José Carlos Aleluia  DEM     Sim
José Carlos Araújo  PDT     Sim
José Rocha  PR     Sim
Luiz Alberto  PT     Sim
Luiz Bassuma  PV     Não
Márcio Marinho  PRB  Sim
Marcos Medrado  PDT     Sim
Mário Negromonte  PP     Sim
Maurício Trindade  PR     Sim
Nelson Pellegrino  PT     Sim
Paulo Magalhães  DEM     Sim
Roberto Britto  PP     Sim
Sérgio Barradas Carneiro  PT     Sim
Sérgio Brito  PSC     Sim
Severiano Alves  PMDB  Sim
Uldurico Pinto  PHS     Sim
Veloso  PMDB  PmdbPtc  Sim
Walter Pinheiro  PT     Sim
Zezéu Ribeiro  PT     Sim
Total Bahia: 31

Ceará (CE)
Aníbal Gomes  PMDB  Sim
Ariosto Holanda  PSB Sim
Eugênio Rabelo  PP     Sim
Flávio Bezerra  PRB  Sim
José Guimarães  PT     Sim
Paulo Henrique Lustosa  PMDB  Sim
Zé Gerardo  PMDB  Sim
Total Ceará: 7

Distrito Federal (DF)
Alberto Fraga  DEM     Sim
Augusto Carvalho  PPS     Não
Jofran Frejat  PR     Sim
Magela  PT     Não
Tadeu Filippelli  PMDB  Sim
Total Distrito Federal: 5

Espírito Santo (ES)
Camilo Cola  PMDB  Sim
Capitão Assumção  PSB  Não
Jurandy Loureiro  PSC     Sim
Lelo Coimbra  PMDB  Não
Manato  PDT     Sim
Rita Camata  PSDB     Sim
Sueli Vidigal  PDT     Não
Total Espírito Santo: 7

Goiás (GO)
Carlos Alberto Leréia  PSDB     Sim
Luiz Bittencourt  PMDB  Sim
Marcelo Melo  PMDB  Sim
Pedro Wilson  PT     Sim
Professora Raquel Teixeira  PSDB     Sim
Roberto Balestra  PP     Sim
Total Goiás: 6

Maranhão (MA)
Davi Alves Silva Júnior  PR     Sim
Gastão Vieira  PMDB  Sim
Julião Amin  PDT     Sim
Pedro Fernandes  PTB     Sim
Pedro Novais  PMDB  Sim
Pinto Itamaraty  PSDB     Sim
Professor Setimo  PMDB  Sim
Ribamar Alves  PSB  Sim
Waldir Maranhão  PP     Sim
Zé Vieira  PR     Sim
Total Maranhão: 10

Mato Grosso (MT)
Carlos Abicalil  PT     Sim
Carlos Bezerra  PMDB  Sim
Eliene Lima  PP     Sim
Homero Pereira  PR     Sim
Thelma de Oliveira  PSDB     Sim
Valtenir Pereira  PSB  Sim
Wellington Fagundes  PR     Sim
Total Mato Grosso: 7

Mato Grosso do Sul (MS)
Antônio Carlos Biffi  PT     Sim
Antonio Cruz  PP     Sim
Dagoberto  PDT     Sim
Geraldo Resende  PMDB  Sim
Marçal Filho  PMDB  Sim
Nelson Trad  PMDB   Sim
Vander Loubet  PT     Não
Waldemir Moka  PMDB   Sim
Total Mato Grosso do Sul: 8

Minas Gerais (MG)
Ademir Camilo  PDT     Sim
Aelton Freitas  PR     Sim
Alexandre Silveira  PPS     Sim
Antônio Andrade  PMDB  Sim
Antônio Roberto  PV     Sim
Aracely de Paula  PR     Sim
Bilac Pinto  PR     Sim
Carlos Willian  PTC  Sim
Ciro Pedrosa  PV     Sim
Edmar Moreira  PR     Sim
Eduardo Barbosa  PSDB     Sim
Fábio Ramalho  PV     Sim
Gilmar Machado  PT     Sim
Humberto Souto  PPS     Sim
Jairo Ataide  DEM     Sim
Jô Moraes  PCdoB  Sim
João Magalhães  PMDB  Sim
José Santana de Vasconcellos  PR     Sim
Júlio Delgado  PSB  Sim
Lael Varella  DEM     Sim
Leonardo Quintão  PMDB Sim
Luiz Fernando Faria  PP     Sim
Márcio Reinaldo Moreira  PP     Sim
Marcos Lima  PMDB   Sim
Marcos Montes  DEM     Sim
Maria Lúcia Cardoso  PMDB  Sim
Mário Heringer  PDT     Sim
Mauro Lopes  PMDB  Sim
Miguel Martini  PHS     Sim
Narcio Rodrigues  PSDB     Sim
Odair Cunha  PT     Sim
Paulo Abi-Ackel  PSDB     Sim
Paulo Piau  PMDB  Sim
Reginaldo Lopes  PT     Sim
Silas Brasileiro  PMDB  Sim
Virgílio Guimarães  PT     Sim
Vitor Penido  DEM     Sim
Total Minas Gerais: 37

Pará (PA)
Ann Pontes  PMDB  Sim
Asdrubal Bentes  PMDB  Sim
Bel Mesquita  PMDB  Sim
Beto Faro  PT     Sim
Elcione Barbalho  PMDB  Sim
Gerson Peres  PP     Sim
Giovanni Queiroz  PDT     Sim
Lira Maia  DEM     Sim
Lúcio Vale  PR     Sim
Paulo Rocha  PT     Sim
Wladimir Costa  PMDB  Sim
Zé Geraldo  PT     Sim
Zenaldo Coutinho  PSDB     Sim
Total Pará: 13

Paraíba (PB)
Armando Abílio  PTB     Sim
Luiz Couto  PT     Não
Major Fábio  DEM     Não
Manoel Junior  PMDB  Sim
Marcondes Gadelha  PSC     Sim
Rômulo Gouveia  PSDB     Sim
Vital do Rêgo Filho  PMDB  Sim
Wellington Roberto  PR     Sim
Wilson Braga  PMDB  Sim
Total Paraíba: 9

Paraná (PR)
Alceni Guerra  DEM     Sim
Alex Canziani  PTB     Sim
Alfredo Kaefer  PSDB     Não
Andre Vargas  PT     Sim
Angelo Vanhoni  PT     Sim
Assis do Couto  PT     Não
Cassio Taniguchi  DEM     Sim
Cezar Silvestri  PPS     Sim
Dilceu Sperafico  PP     Sim
Gustavo Fruet  PSDB     Não
Luiz Carlos Hauly  PSDB     Sim
Luiz Carlos Setim  DEM     Sim
Marcelo Almeida  PMDB   Não
Moacir Micheletto  PMDB   Sim
Nelson Meurer  PP     Sim
Odílio Balbinotti  PMDB  Sim
Osmar Serraglio  PMDB   Sim
Ratinho Junior  PSC     Sim
Reinhold Stephanes  PMDB   Não
Ricardo Barros  PP     Sim
Rodrigo Rocha Loures  PMDB  Sim
Takayama  PSC     Não
Wilson Picler  PDT     Sim
Total Paraná: 23

Pernambuco (PE)
Ana Arraes  PSB  Sim
Bruno Rodrigues  PSDB     Sim
Carlos Eduardo Cadoca  PSC     Sim
Eduardo da Fonte  PP     Sim
Fernando Coelho Filho  PSB  Sim
Fernando Ferro  PT     Sim
Gonzaga Patriota  PSB  Sim
Inocêncio Oliveira  PR     Não votou porque estava presidindo a sessão
José Mendonça Bezerra  DEM     Sim
Maurício Rands  PT     Sim
Pedro Eugênio  PT     Sim
Raul Henry  PMDB  Sim
Raul Jungmann  PPS     Não
Wolney Queiroz  PDT     Sim
Total Pernambuco: 14

Piauí (PI)
Átila Lira  PSB  Sim
Ciro Nogueira  PP     Sim
José Maia Filho  DEM     Sim
Júlio Cesar  DEM     Sim
Marcelo Castro  PMDB  Sim
Osmar Júnior  PCdoB  Sim
Paes Landim  PTB     Sim
Total Piauí: 7

Rio de Janeiro (RJ)
Alexandre Santos  PMDB  Sim
Antonio Carlos Biscaia  PT     Sim
Bernardo Ariston  PMDB  Sim
Carlos Santana  PT     Sim
Chico Alencar  PSOL     Não
Cida Diogo  PT     Não
Dr. Adilson Soares  PR     Sim
Dr. Paulo César  PR     Sim
Edmilson Valentim  PCdoB  Sim
Edson Ezequiel  PMDB  Sim
Eduardo Cunha  PMDB   Sim
Fernando Gabeira  PV     Não
Filipe Pereira  PSC     Sim
Geraldo Pudim  PR     Sim
Hugo Leal  PSC     Sim
Indio da Costa  DEM     Sim
Jair Bolsonaro  PP     Sim
Léo Vivas  PRB  Sim
Nelson Bornier  PMDB  Sim
Paulo Rattes  PMDB  Sim
Rodrigo Maia  DEM     Sim
Silvio Lopes  PSDB     Abstenção
Simão Sessim  PP     Sim
Solange Almeida  PMDB Sim
Solange Amaral  DEM     Sim
Vinicius Carvalho  PTdoB     Sim
Total Rio de Janeiro: 26

Rio Grande do Norte (RN)
Henrique Eduardo Alves  PMDB  Sim
Rogério Marinho  PSDB     Sim
Total Rio Grande do Norte: 2

Rio Grande do Sul (RS)
Cláudio Diaz  PSDB     Sim
Darcísio Perondi  PMDB  Sim
Emilia Fernandes  PT     Abstenção
Fernando Marroni  PT     Sim
Germano Bonow  DEM     Sim
José Otávio Germano  PP     Sim
Luciana Genro  PSOL     Não
Luis Carlos Heinze  PP     Sim
Marco Maia  PT     Sim
Mendes Ribeiro Filho  PMDB  Sim
Osmar Terra  PMDB   Sim
Paulo Pimenta  PT     Não
Paulo Roberto Pereira  PTB     Sim
Pompeo de Mattos  PDT     Sim
Renato Molling  PP     Sim
Sérgio Moraes  PTB     Sim
Vieira da Cunha  PDT     Sim
Vilson Covatti  PP     Sim
Total Rio Grande do Sul: 18

Rondônia (RO)
Agnaldo Muniz  PSC     Abstenção
Eduardo Valverde  PT     Não
Ernandes Amorim  PTB     Não
Mauro Nazif  PSB  Não
Moreira Mendes  PPS     Sim
Total Rondônia: 5

Roraima (RR)
Angela Portela  PT     Sim
Edio Lopes  PMDB  Sim
Francisco Rodrigues  DEM     Sim
Luciano Castro  PR     Sim
Marcio Junqueira  DEM     Sim
Maria Helena  PSB  Sim
Total Roraima: 6

Santa Catarina (SC)
Angela Amin  PP     Sim
Celso Maldaner  PMDB  Sim
Décio Lima  PT     Não
João Matos  PMDB  Sim
Mauro Mariani  PMDB   Sim
Paulo Bauer  PSDB     Sim
Valdir Colatto  PMDB  Sim
Vignatti  PT     Sim
Zonta  PP     Sim
Total Santa Catarina: 9

São Paulo (SP)
Abelardo Camarinha  PSB  Sim
Aldo Rebelo  PCdoB  Sim
Antonio Bulhões  PRB  Sim
Antonio Carlos Pannunzio  PSDB     Sim
Arnaldo Jardim  PPS     Sim
Beto Mansur  PP     Sim
Carlos Sampaio  PSDB     Sim
Carlos Zarattini  PT     Sim
Celso Russomanno  PP     Sim
Devanir Ribeiro  PT     Sim
Dr. Nechar  PP     Sim
Dr. Talmir  PV     Não
Dr. Ubiali  PSB   Sim
Edson Aparecido  PSDB     Sim
Emanuel Fernandes  PSDB     Não
Fernando Chiarelli  PDT     Não
Francisco Rossi  PMDB   Sim
Guilherme Campos  DEM     Sim
Ivan Valente  PSOL     Não
Jilmar Tatto  PT     Sim
João Dado  PDT     Sim
Jorginho Maluly  DEM     Sim
José C Stangarlini  PSDB     Não
José Genoíno  PT     Sim
Lobbe Neto  PSDB     Sim
Luiza Erundina  PSB   Não
Marcelo Ortiz  PV     Sim
Milton Monti  PR     Sim
Milton Vieira  DEM     Sim
Nelson Marquezelli  PTB     Sim
Paes de Lira  PTC  Não
Paulo Pereira da Silva  PDT     Sim
Paulo Teixeira  PT     Sim
Regis de Oliveira  PSC     Não
Renato Amary  PSDB     Sim
Ricardo Tripoli  PSDB     Sim
Roberto Alves  PTB     Sim
Roberto Santiago  PV     Sim
Vanderlei Macris  PSDB     Sim
Vicentinho  PT     Sim
Walter Ihoshi  DEM     Sim
William Woo  PPS     Sim
Total São Paulo: 42

Sergipe (SE)
Iran Barbosa  PT     Não
José Carlos Machado  DEM     Sim
Pedro Valadares  DEM     Sim
Valadares Filho  PSB  Sim
Total Sergipe: 4

Tocantins (TO)
Eduardo Gomes  PSDB     Sim
João Oliveira  DEM     Sim
Laurez Moreira  PSB  Sim
Lázaro Botelho  PP     Sim
Moises Avelino  PMDB  Sim
NIlmar Ruiz  PR     Sim
Total Tocantins: 6

Kassab proibe artistas de rua de receber doações

Trecho do texto na Rede Brasil Atual:

“De acordo com a assessoria de imprensa da Subprefeitura da Sé, órgão da prefeitura artista de ruaresponsável pela administração da área central da cidade, desde maio deste ano artistas de rua estão proibidos de vender CDs ou DVDs, mesmo que sejam de seu próprio trabalho, ou fazer apresentações com aparelhagem de som, em praças ou ruas da capital paulista. A mesma proibição vale para artistas que recebem doações do público.

A venda de CDs na via pública caracteriza comércio ambulante. A emissão de Termo de Permissão de Uso para esta atividade está suspensa em toda a cidade desde maio desse ano, por uma Portaria do Secretário Municipal de Coordenação das Subprefeituras”, apontou a subprefeitura em nota.

A prefeitura justifica que a simples apresentação de artistas na via pública não requer autorização. “Uma vez que a manifestação artística é garantida pela Constituição Federal”. Mas os artistas discordam, afirmando que dependem das doações recebidas nas ruas e da venda de suas próprias produções.”

Para Glauco Cortez, em seu blog Educação Política:

Gilberto Kassab, parece desconhecer o significado da palavra liberdade. Em recente decisão, ele disse estar proibida a contribuição dada pelo público aos artistas de rua. O argumento para tal intromissão é de que o artista está usando a via pública para benefício privado, lucrando sem sequer pedir autorização.

Trata-se de um tipo de alegação sem o menor sentido. Os artistas de rua sempre existiram desde as civilizações mais antigas e as pessoas sempre contribuíram da forma que lhes fosse mais atraente. A rua é um espaço público por excelência, assim, o argumento da prefeitura de São Paulo não se sustenta, afinal, ela se baseia no caráter público de um espaço para perseguir o artista de rua, mas ela mesma ameaça esse caráter público quando tenta estabelecer ordens e leis que o tornam cada vez mais de domínio privado.”

Na constituição:

Dos Direitos e Garantias Fundamentais
CAPÍTULO I – DOS DIREITOS E DEVERES INDIVIDUAIS E COLETIVOS

Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:

IX – é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença;

Outro texto do Atitude Eco sobre os artistas de rua: http://atitudeco.com.br/2011/08/24/a-criminalizacao-do-artista-e-o-preconceito-da-sociedade/

Consciente Coletivo 7/10 – Consumo Consciente 2

Fonte: Instituto Akatu

Em 10 episódios, a série Consciente Coletivo faz reflexões, de forma simples e divertida, sobre os problemas gerados pelo ritmo de produção e consumo de hoje. Entre os assuntos estão sustentabilidade, mudanças climáticas, consumo de água e energia, estilo de vida, entre outros, que permeiam o universo da consciência ambiental. O projeto é uma parceria entre o Instituto Akatu, Canal Futura e a HP do Brasil.

Visita a fábrica da Pepsico

Dia 6/12 fui convidado para fazer uma visita a fábrica de salgadinhos da Pepsico junto a outros tantos blogueiros, muitos dos quais admiro e acompanho o trabalho. Estavam lá: @samegui @gnsbrasil @educaja (@cybelemeyer) @evandrocesar @sustentabilizar @maitelemos @aquinacozinha @blogdati @marciaceschini @cozinhapequena @fabioallves @mabegalli @mundodastribos @lidifaria @tuliomalaspina @vanerodrigues @virts e @sustentavel20 (@alinekelly), esqueci alguém ou linkei para url errada?

Visita Pepsico

Foto: @fabioallves

Demorei a escrever esse post pois precisei de tempo para pensar sobre toda a informação que nos foi dada, além de esperar pelos comentários dos outros companheiros que estiveram por lá e que, sem dúvida, contribuíram para o fechamento dessas conclusões. Os outros blogs que já escreveram suas impressões foram: Bikini.veredas, Oras blog!, Sustentabilidade Corporativa, Pare o Mundo, Sustentável 2.0. Alguém mais que estou deixando de fora?

Para começar, é obvio que estamos falando de uma mega corporação que vende produtos industrializados com baixo valor nutritivo, ou seja, seu business por si só não é nada sustentável. Então por que os blogueiros foram convidados para conversar com a equipe de sustentabilidade da Pepsico?

Por que eles estão fazendo um trabalho honesto e querem divulgação opinativa, sem medo.

É claro que o fato de você conseguir produzir e administrar sustentavelmente não exclui ou diminui os outros danos relacionados a empresa. Portanto, toda conquista é pouca.

Outro fato importante é que nós fomos apresentados ao projeto pela própria coordenadora, a engenheira Andreza Moleiro Araujo, fica fácil de perceber a paixão dela pelo que faz, mas difícil de saber quanto é paixão e quanto é realidade.

Outra ressalva é que o encontro foi rápido, e não foi possível conhecer todas as ações que a empresa faz, portanto faço um relato genérico do que tivemos contato.

sustentabilidade pepsico

Foto: @fabioallves

O que a empresa está fazendo de bom:

  • Tem buscado a integração e participação de todos os funcionários em torno da sustentabilidade.
  • Tem buscado fornecedores que atendam a políticas que estejam de acordo com as da Pepsico.
  • Modernizou ao máximo sua fábrica para torná-la menos impactante ao meio ambiente.
  • Promovem ações de coleta dos resíduos de embalagens.
  • Neutralizam as emissões.
  • Atende as normas de segurança e saúde.

O que a empresa ainda pode fazer para melhorar:

  • O gerente da fábrica nos informou que: “é possível que parte dos produtos fornecidos tenha procedência transgênica“. Pessoalmente, acho uma falácia dizer que uma empresa como a Pepsico não tem poder de barganha o suficiente para exigir um controle de qualidade que ateste que o fornecimento dessas matérias primas esteja de acordo. Esse controle é possível de ser feito e deve ser levado em conta.
  • Informação não custa nada e é um direito do consumidor. As embalagens devem conter informações sobre os possíveis danos a saúde que o consumo excessivo pode causar e também quanto ao destino do valor pago pelo produto, demonstrando ao consumidor que desse produto de R$5,00, R$1,30 foram em impostos, R$1,50 em publicidade, R$0,70 administrativo, etc.
  • São apenas 16 fornecedores aqui no Brasil. Pelo visto, grandes latifúndios. Seria interessante começar uma ação de estímulo ao pequeno agricultor, e aos poucos capacitando-os para fornecer o produto com a qualidade necessária. É uma ação que estimula o crescimento do país, diminui a pobreza e melhora a relação da empresa-fornecedor.
  • Convidar outras pessoas, de segmentos mais especializados, como acadêmicos, ongs, consultorias, etc. que possam fornecer um feedback mais qualificado sobre cada uma das ações, propondo soluções e outras possibilidades dentro daquilo que já está sendo feito.
  • Maior participação nas questões de governança do país. Uma empresa desse porte tem que participar abertamente, sem lobby, de movimentos como a política de resíduos sólidos ou pela regulamentação da publicidade de alimentos não saudáveis. Pode parecer um tiro no pé, mas de uma forma ou de outra essas exigências da sociedade deverão ser incorporadas pelas empresas.
  • Como a ação acima, buscar maior pró atividade e visão de futuro. As ações que estão feitas são ótimas e contemplam a realidade da primeira década do século XXI, mas esse olhar deve estar mais atento aos rumos que a sociedade está tomando. Lembre-se: Você é uma indústria de alimentos, não uma indústria de salgadinhos.
  • Dentro da visão de futuro, buscar uma nova relação administrativa, que valorize e  distribua melhor os recursos da empresa. Acredito muito na reavaliação dos organogramas, folhas de pagamento e carga horária para melhora da qualidade de vida dos trabalhadores.
Fábrica Pepsico

Foto: @fabioallves

E para finalizar, quero deixar um recado.

As mega corporações, que até ontem eram administradas por velhos engravatados machistas,

Tulio Malaspina

Eu! (@tuliomalaspina) Foto: @fabioallves

ainda carregam muito da cultura industrial. Mas as coisas começam a mudar e, criminalizar e vetar qualquer tipo de colaboração com esses grandes hubs é tão arcaico quanto o velho machista. Uma empresa que emprega duas mil pessoas em uma só fábrica tem um papel social grande, e pode ser ainda maior se estiver aberta à população. Mas a população também deve estar disposta a colaborar. Bater é fácil, crescer junto tem custo.

A sustentabilidade não é um ponto de chegada, é uma forma de caminhar, e todos estamos tentando caminhar da melhor forma possível, cada qual com suas demandas, uns fumam mas são vegetarianos, outros comem carne mas só andam de bike. Assim como na nossa vida, as empresas também têm essas dificuldades. O poder dessas corporações é gigantesco e é possível fazer com que esse poder seja direcionado a causas importantes para a sociedade.

Quando falamos de corporações, muitas vezes esquecemos que o que faz uma empresa são pessoas, que comem, bebem, tem doenças e crises, filhos, tios, pais e mães, fumam, bebem, batem o carro e também tem uma causa, seja religiosa, seja ambientalista, seja política. O que nós precisamos é de gente com princípios dentro dessas empresas.

Fica ai minha humilde observação dessa experiência. Espero que possa colaborar com tantas outras e que outras pessoas, que ainda não observam a possibilidade de colaboração entre os principais vetores da sociedade, possam acreditar numa relação mais humana.

Consciente Coletivo 7/10 – Consumo Consciente

Fonte: Instituto Akatu

Em 10 episódios, a série Consciente Coletivo faz reflexões, de forma simples e divertida, sobre os problemas gerados pelo ritmo de produção e consumo de hoje. Entre os assuntos estão sustentabilidade, mudanças climáticas, consumo de água e energia, estilo de vida, entre outros, que permeiam o universo da consciência ambiental. O projeto é uma parceria entre o Instituto Akatu, Canal Futura e a HP do Brasil.

Consciente Coletivo 6/10 – Reciclagem

Fonte: Instituto Akatu

Em 10 episódios, a série Consciente Coletivo faz reflexões, de forma simples e divertida, sobre os problemas gerados pelo ritmo de produção e consumo de hoje. Entre os assuntos estão sustentabilidade, mudanças climáticas, consumo de água e energia, estilo de vida, entre outros, que permeiam o universo da consciência ambiental. O projeto é uma parceria entre o Instituto Akatu, Canal Futura e a HP do Brasil.

Mobilidade – ônibus, metrô ou carro?

Fonte: HSM Online

Conhecido por BRT (Bus Rapid Transit), o sistema de Ônibus de Trânsito Rápido tem ocupado cada vez maior espaço na mídia, sendo citado como um eficiente modelo de transporte coletivo para cidades com população a partir de 500 mil habitantes.
Criado em Curitiba, sob a gestão de Jaime Lerner em 1974, o sistema veio se aprimorando e tem sido replicado em diversas cidades do mundo, como Los Angeles, Nova Iorque, Cleveland, Bogotá, Quito, São Paulo e, brevemente, no Rio de Janeiro e Belo Horizonte.
O sistema funciona em corredores segregados, com paradas pré-determinadas ou em operação como linha expressa. Livre dos automóveis, o ônibus realiza uma velocidade média de 20 a 25 km/hora, tornando o deslocamento mais eficaz para o usuário e apresentando, inclusive, maior eficiência energética, quando comparado ao transporte realizado por automóvel ou moto, já que desloca mais passageiros utilizando menos combustível (energia).
Outra grande vantagem são os equipamentos modernos que vem sendo aplicados pela indústria automobilística que viabiliza o uso de combustível renovável como etanol, energia elétrica (trólebus), biodiesel (b100 em fase de testes) ou modelos híbridos, que conjugam eletricidade e etanol. E ainda está em fase de testes o ônibus movido a hidrogênio.
Todos eles possuem baixíssima emissão de gases que provocam o efeito estufa e outros poluentes.

Eficácia do Sistema

Quando comparados aos modais VLT – Veículo Leve sobre Trilho e Metrô, demonstra melhores resultados, tanto pelo investimento realizado quanto ao tempo de deslocamento para o usuário ou, ainda, à eficiência energética proporcionada.
Veja o estudo preparado por Jaime Lerner Arquitetos Associados. O cenário das projeções é a cidade de Curitiba.
O quadro abaixo apresenta o tempo necessário para se percorrer uma distancia de 10 km, pelos modais METRÔ, BRT, VLT e o sistema de ônibus convencional.

Tabela MobilidadeNo quadro a seguir são apresentados os custos e prazos de implantação por km entre os diferentes modais.

Tabela MobilidadeEm seguida, uma análise comparativa referente à eficiência energética entre os três modais: ônibus, moto e automóvel.

Tabela Mobilidade“Neste caso, observa-se que as motocicletas poluem 32 vezes mais e consomem cinco vezes mais energia por pessoa transportada do que os ônibus. No caso de automóveis, poluem 17 vezes mais e consomem 13 vezes mais energia por pessoa transportada do que os ônibus” relata o estudo.

Sustentabilidade como premissa

Tendo em vista os eventos Copa de 2014 e Olimpíadas, o governo tem dedicado muita atenção à questão da mobilidade urbana e ao transporte de pessoas destinando por meio da Caixa Econômica Federal e BNDES na provisão de recursos da ordem de 6,5 bilhões de reais, para a construção de sistemas BRT nas principais capitais. Também o BID e o Banco Mundial oferecem linhas de crédito com custos similares.
Algumas cidades-sede já estão se capacitando para acessar estes recursos. É o caso do Rio de Janeiro e Belo Horizonte, Manaus, Recife, Salvador entre outras.
Os projetos que contemplem o desenvolvimento sustentável nas áreas impactadas pela implantação serão, sem dúvida alguma, uma das principais exigências nas licitações.
Entretanto, sem um amplo e bem estruturado programa de gestão que dê forma às políticas de sustentabilidade exigidas nos editais, será inviável a captação destes recursos por parte das prefeituras, empresas ou consórcios interessados.

Laércio Bruno Filho (Diretor de Novos Negócios Socioambientais e Coordenador da Gestão Técnica de Programas de Sustentabilidade Empresarial e de Desenvolvimento Sustentável para Comunidades pela empresa eSense Consultoria em Competitividade e Sustentabilidade Empresarial)

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