Atitude Eco – Ativismo e sustentabilidade

Ativismo, mobilização, comunicação e sustentabilidade

Category Archives: Momento cultural

BaixoCentro 2013! Porque as ruas são para dançar!

“Uma utopia possível, feita por pessoas e para pessoas. Nada de instituições, empresas, governos, ou relações duras e tradicionais por trás. Aqui, tudo é feito por outras vias de produção, outros modelos, outras crenças. Tudo colaborativo. Não há gana por lucro. Há gana pela mudança.”

O Festival BaixoCentro está devolta!

Entre os dias 5 e 14 de Abril de 2013, as ruas em torno do Minhocão em São Paulo serão tomadas por músicas, artistas, performances, cores, oficinas e muitas outras atividades que demonstram que a cidade pode ser muito mais viva, alegre, e menos opressora do que ela é hoje.

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Uma praça sem bancos, uma Bolívia sem estradas, um Brasil sem energia

belo monte diga não

Obs: Este texto pode e deve ser adaptado para realidades como a de Belo Monte e a estrada que está paralisada na Bolívia. É um exercício de reflexão que leva tempo, mas vale a pena.

Há menos de dois anos atrás o município de Rio Claro ganhou uma nova praça. Ela está muito bem localizada, ao lado de uma escola pública e do principal shopping da cidade, na intersecção entre um bairro residencial e o centro comercial da cidade. A praça é pequena e têm poucas árvores, mas é um espaço de convivência que devemos comemorar.

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Dia Mundial Sem Carro 2011 e a agenda de atividades do mês da mobilidade!

dia mundial sem carro 2011Setembro é o mês da mobilidade em São Paulo e dia 22 vamos promover o Dia Mundial Sem Carro! A data é comemorada mundialmente desde 1997 e vários países adotam e comemoram o dia em que as pessoas tomam as ruas de forma alternativa. As primeiras articulações em terras brasileiras começaram em 2001 e hoje temos muita gente trabalhando para que o mês esteja repleto de atividades e iniciativas que estimulem as pessoas a darem seu primeiro passo para uma mobilidade mais sustentável.

Esta é uma data muito importante para que possamos refletir sobre nossa cidade e como nos relacionamos com ela. Temos que tomar as ruas e aproveitar os espaços públicos. A Aline Cavalcante (@pedaline) fez uma seleção de todas as atividades que estarão rolando na cidade de São Paulo e aproveito para replicar esta listinha. O texto original está neste link: http://vadebike.org/2011/09/mes-da-mobilidade-em-sao-paulo/. Anota ai na agenda!!

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Semana de ativismo do curso “Ativismo e Mobilização”

Durante a última semana do curso “Ativismo e Mobilização para Sustentabilidade” nós discutimos o que é o tal do ativismo e como podemos praticar ações ativistas. A quantidade de leitura foi mais leve, mas a discussão foi calorosa. Os dois chats de uma hora e meia poderiam ter se prolongado por mais algumas horas facilmente e mesmo assim iriam sobrar questões a responder.

A principal indicação de leitura foi um livro chamado “Poder, luta e defesa. Teoria e prática da ação não-violenta” escrito pelo autor Gene Sharp em meados da década de 70. A nossa lição de casa era fazer a leitura de um dos capítulos e para conceituar o que é a ação não-violenta e também exemplificar algo que acreditamos que possa ser considerado ação não-violenta. As indicações foram fantásticas.

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O Estado deve proibir rodeios ou devemos respeitar a cultura?

rodeioO texto que vocês estão prestes a ler é apenas um questionamento sincero. Não quero causar polêmica ou fazer apologia a qualquer tipo de atitude violenta. Portanto, não sejamos simplistas/maniqueístas a ponto de enxergar opiniões como certo ou errado, bom ou ruim. Vamos nos aprofundar num tema que é complexo, delicado e deve ser discutido com profundidade.

A repercussão dos rodeios nunca foi tão negativa e as críticas são contundentes. Quando você vê o boi pulando na arena, pode ter certeza de que não é alegria. Amarrar os testículos dos animais faz com que eles fiquem mais irritados e pulem mais, aumentando a diversão do público. Acidentes que causam mortes como a do bezerro do rodeio de Barretos são mais comuns do que afirma a assessoria de imprensa do evento. Da mesma forma, as touradas na Espanha causam a revolta dos ativistas dos direitos animais.

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A criminalização do artista e o preconceito da sociedade

Em 2008 era estudante de publicidade na ESPM-SP, considerada por muitos como a melhor escola de marketing da América latina e, diferente dos meus companheiros de faculdade, optei por passar seis meses caminhando pela América do Sul. Durante esse período fiz bicos em bares, vendia artesanatos e ainda conseguia um trocado com música. Tive cabelo rastafari por seis anos e era a típica imagem de um hippie.

hippies artista de rua(Sou o cabeludo de calça vermelha)

Um belo dia de sol nos Andes, estava eu e minha companheira argentina (formada em fonoaudiologia) na calçada da rua principal da cidade de Copacabana no lago Titicaca, Bolívia, trabalhando. Os turistas, a grande maioria bolivianos, adoravam comprar artesanatos. De longe escutei uma mulher dizendo para sua filha: “Tá vendo só filha? Se você não estudar vai ficar assim como eles, vendendo coisa na rua…“. E lá estava eu e minha parceira, ambos com curso superior, trabalhando com arte por opção.

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Documentário sobre Woodstock e o poder transformador da música

Não é de hoje que eu tento inserir um pouco de cultural musical nesse blog. Música é o idioma universal e tem tudo haver com sensibilização e mobilização de pessoas. Não é a toa que grandes movimentos revolucionários foram catalizados pelo poder de união que a música proporciona. Posso citar rapidamente o Rock and Roll, o movimento Hippie, o Tropicalismo no Brasil. Todos esses movimentos musicais nasceram pela necessidade de se conquistar uma mudança social. O descontentamento com a realidade e esperança de mudança ficaram impressas nas letras e melodias que o estilo musical dos grupos revolucionários tinham. A música é revolucionária, tanto no âmbito pessoal quanto global.

O documentário acima tem três horas e meia e fala sobre os três dias do festival Woodstock. Fico arrepiado só de pensar. Assista, vale a pena.  Read more of this post

Indicação de leitura “A Economia do Cedro”

Livro "A Economia do Cedro"O livro escrito por Carlos Alberto Júlio, administrador de empresas com especialização em Harvard, London Business e IMD, também professor nos MBAs da ESPM, FGV, FIA/USP, busca conceituar a sustentabilidade a partir da analogia com uma árvore chamada Cedro. Apesar de ter seu tema classificado em “Administração de empresas”, a sensibilidade do autor ao trazer os aspectos simbólicos do desenvolvimento e da vida de uma árvore faz qualquer pessoa refletir sobre a inteligência intrínseca da natureza.

A Economia do Cedro demonstra como somos grosseiros ao traçar estratégias de desenvolvimento e também como pode ser frustante trabalhar sem ter uma visão a longo prazo. Carlos Alberto passa boa parte do livro explicando que o Cedro é o símbolo perfeito para demonstrar os novos paradigmas do século XXI, visto que “Ele é paciente e persistente. É lento mas convicto. É pequeno, mas sabe que vai tomar corpo. Vive de forma modesta durante muito tempo, mas projeta suas raízes profundamente. Durante anos, nem belo é, mas não duvida de que será o Adônis da floresta futura.

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Aproveite melhor São Paulo e seus parques!

Sou nascido em Rio Claro, interior de São Paulo e moro na capital há mais de seis anos. Nunca pensei que ficaria tanto tempo na “babilônia” e tão pouco acreditava que teria uma boa relação com essa cidade caótica e megalomaníaca. Aprendi a viver em meio a outros milhões de pessoas e a cada dia me surpreendo com as possibilidades que esse conglomerado nos proporciona, todo dia descubro algo muito bom para fazer e pessoas incríveis para conversar. Quem mora em São Paulo sabe que essa é uma relação de amor e ódio.

parque do ibirapuera São Paulo

Parque do Ibirapuera, SP

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Indicação de leitura sobre Desenvolvimento Sustentável

desenvolvimento sustentável josé eli da veigaMais uma dica de livro! A recomendação de hoje é o livro “Desenvolvimento Sustentável: o desafio do século XXI“, de autoria de José Eli da Veiga, professor titular da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da UPS (FEA – USP). Lembra da citação do Eli da Veiga que postei aqui no blog e também no meu tumblr? Tirei a frase desse livro, a coisa é boa mesmo.

José Eli é economista, o que faz com que ele tenha uma visão bem interessante sobre os desdobramentos do desenvolvimento e possibilite uma compreensão diferenciada sobre o real significado das palavras apresentadas no título do livro, além disso, o autor também traz uma série de outras referências que escreveram sobre o assunto, apontado as várias opiniões e linhas de raciocínio.

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