Atitude Eco – Ativismo e sustentabilidade

Ativismo, mobilização, comunicação e sustentabilidade

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Consciente Coletivo 7/10 – Consumo Consciente 2

Fonte: Instituto Akatu

Em 10 episódios, a série Consciente Coletivo faz reflexões, de forma simples e divertida, sobre os problemas gerados pelo ritmo de produção e consumo de hoje. Entre os assuntos estão sustentabilidade, mudanças climáticas, consumo de água e energia, estilo de vida, entre outros, que permeiam o universo da consciência ambiental. O projeto é uma parceria entre o Instituto Akatu, Canal Futura e a HP do Brasil.

Consciente Coletivo 7/10 – Consumo Consciente

Fonte: Instituto Akatu

Em 10 episódios, a série Consciente Coletivo faz reflexões, de forma simples e divertida, sobre os problemas gerados pelo ritmo de produção e consumo de hoje. Entre os assuntos estão sustentabilidade, mudanças climáticas, consumo de água e energia, estilo de vida, entre outros, que permeiam o universo da consciência ambiental. O projeto é uma parceria entre o Instituto Akatu, Canal Futura e a HP do Brasil.

Consciente Coletivo 6/10 – Reciclagem

Fonte: Instituto Akatu

Em 10 episódios, a série Consciente Coletivo faz reflexões, de forma simples e divertida, sobre os problemas gerados pelo ritmo de produção e consumo de hoje. Entre os assuntos estão sustentabilidade, mudanças climáticas, consumo de água e energia, estilo de vida, entre outros, que permeiam o universo da consciência ambiental. O projeto é uma parceria entre o Instituto Akatu, Canal Futura e a HP do Brasil.

Consciente Coletivo 5/10 – Energia

Fonte: Instituto Akatu

Em 10 episódios, a série Consciente Coletivo faz reflexões, de forma simples e divertida, sobre os problemas gerados pelo ritmo de produção e consumo de hoje. Entre os assuntos estão sustentabilidade, mudanças climáticas, consumo de água e energia, estilo de vida, entre outros, que permeiam o universo da consciência ambiental. O projeto é uma parceria entre o Instituto Akatu, Canal Futura e a HP do Brasil.

Consciente Coletivo 4/10 – Consumo de água

Fonte: Instituto Akatu

Em 10 episódios, a série Consciente Coletivo faz reflexões, de forma simples e divertida, sobre os problemas gerados pelo ritmo de produção e consumo de hoje. Entre os assuntos estão sustentabilidade, mudanças climáticas, consumo de água e energia, estilo de vida, entre outros, que permeiam o universo da consciência ambiental. O projeto é uma parceria entre o Instituto Akatu, Canal Futura e a HP do Brasil.

Consciente Coletivo 2/10 – Consumo de carne

Fonte: Instituto Akatu

Em 10 episódios, a série Consciente Coletivo faz reflexões, de forma simples e divertida, sobre os problemas gerados pelo ritmo de produção e consumo de hoje. Entre os assuntos estão sustentabilidade, mudanças climáticas, consumo de água e energia, estilo de vida, entre outros, que permeiam o universo da consciência ambiental. O projeto é uma parceria entre o Instituto Akatu, Canal Futura e a HP do Brasil.

Consciente Coletivo 1/10 – Instituto Akatu

Fonte: Instituto Akatu

Em 10 episódios, a série Consciente Coletivo faz reflexões, de forma simples e divertida, sobre os problemas gerados pelo ritmo de produção e consumo de hoje. Entre os assuntos estão sustentabilidade, mudanças climáticas, consumo de água e energia, estilo de vida, entre outros, que permeiam o universo da consciência ambiental. O projeto é uma parceria entre o Instituto Akatu, Canal Futura e a HP do Brasil.

Akatu vai ajudar em definições para ‘.eco’

Fonte: Valor Econômico

O Instituto Akatu, entidade brasileira ligada à educação do consumo sustentável, uniu-se a onze empresas internacionais para propor à Internet Corporation for Assigned Names and Numbers (Icann) o uso e a administração do domínio de internet “.eco”.

Helio Mattar, diretor-presidente do Instituto Akatu, diz que a entidade, que atua há dez anos no Brasil, foi procurada pela consultoria americana Big Room, que lidera o processo, para fazer parte de um conselho internacional. Integram o grupo que propõe o novo domínio organizações como World Watch, Green Cross, Conservation International, e o próprio Akatu.

O grupo, liderado pela Big Room, formará um conselho para administrar o domínio. “A ideia é garantir a qualidade dos candidatos que querem ter o ‘.eco’ em seu endereço na internet”, explica Mattar. Caberá ao conselho definir critérios para companhias e entidades, numa tentativa de garantir que os interessados no domínio se comprometam com princípios ligados à sustentabilidade ambiental .

Entre esses critérios está a assinatura de um contrato pelo qual as empresas vão se comprometer a autorizar auditorias para comprovar sua adequação às normas de sustentabilidade.

Segundo Mattar, nomes com “.com” e “.org”, devido ao volume e à falta de controle do uso, perderam a credibilidade. “A proposta do ‘.eco’ é ser administrado por um conselho que poderá resguardar esse mercado de empresas não idôneas”, afirma o executivo.

O grupo definirá um conjunto de critérios que vão nortear a conformidade das empresa às normas de sustentabilidade, que crescerá conforme a evolução da responsabilidade ambiental dos proponentes. “Com a garantia da qualidade das empresas que aderirem ao domínio será possível, por exemplo, nortear o consumidor na escolha de produtos”, diz Mattar.

O conselho vai propor que parte da renda adquirida com o pagamento do domínio “.eco” vá para organizações sem fins lucrativos ligadas à sustentabilidade ambiental. O grupo de empresas espera que a Icann defina o novo guia de domínios até março de 2011. (ALM)

Opinião do blog Atitude Eco:

Minha primeira dúvida quando li esse texto se voltou a falta de credibilidade dos nomes “.com” e “.org”, pois no meu humilde entendimento, os domínios de sites tem utilidade na caracterização da condição jurídica do que está sendo representado em determinado site, característica essa que não tem pretensão de definição e qualificação de qualquer que seja o produto, empresa, ou tema abordado. A idéia de se qualificar empresas por meio de critérios de responsabilidade sócio ambiental já tarda e, se faz necessária, já que temos uma quantidade absurda de empresas praticando o greenwashing.

Uma série de instituições buscam formas de se viabilizar essa qualificação por meio de selos, já que quem conseguir emplacar essa marca terá uma condição de imortalidade bem parecida com a do guerreiro Highlander, e é claro que todos querem seu filão de eternidade econômica.

Me questiono ainda: Sites não estão diretamente ligados ao produtos como as embalagens estão. Faço compras mensalmente e nunca entrei nos sites da minha escova de dentes ou do detergente da cozinha. Então como é possívelnortear o consumidordentro de um supermercado com mais de 40 mil itens? É realmente possível que o consumidor faça essa distinção por meio dessa mudança no domínio? Não creio.

Sem contar que a proposta é totalmente bizarra se analisarmos holisticamente a responsabilidade sócio ambiental, visto que blogs e sites com fins educativos e informativos também deveriam integrar esse “selo” .eco, já que colaboram de forma direta e democrática para a cultura e formação da opinião pública. Já pensou o tamanho da cagada? Todo blog/site que oferecer conteúdo informativo deveria, repito DEVERIA, ser .eco.

Sinceramente… Qual a opinião de vocês?

Não ao desperdício de alimentos

Fonte: Planeta Sustentável

Dados de uma pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2004, mostram que 14 milhões de pessoas convivem com o pesadelo da fome no Brasil. Boa parte da comida que poderia alimentar toda essa gente, no entanto, vai das prateleiras dos supermercados direto para a lata de lixo da casa dos brasileiros.

É por isso que, para chamar a atenção da população para a questão do desperdício de alimentos – que inclui ainda o desperdício de embalagens, de água e energia utilizadas na produção dos alimentos e de CO2 emitido durante a fabricação e o transporte dos produtos –, o Instituto Akatu pelo Consumo Consciente lançou a campanha “1/3 de tudo o que você compra vai direto para o lixo”.

Durante o 3º Fórum Nacional de Gestão Estratégica de Embalagem, tive conhecimento de que mais de 50% dos lixões e aterros sanitários são compostos por matéria orgânica, ou seja, por materiais que na sua decomposição produzem o “churume”, um dos principais poluidores dos lençóis freáticos.

Através de peças publicitárias criadas pela agência Leo Burnett, que estão sendo veiculadas em diversas mídias – como TV, rádio, jornal e internet –, a ONG quer fazer o público refletir sobre o consumo consciente de alimentos e promover, assim, mudanças em suas compras diárias. Segundo a campanha, conferir a data de validade dos alimentos antes de comprá-los e preferir produtos de embalagem menor – que geram, portanto, menos lixo –, entre outras atitudes simples, já diminuem o desperdício de comida. E essa consciência ainda pode se refletir em almoços, lanches e jantares fora de casa.

Mas se os impactos negativos causados no meio ambiente e na própria sociedade não forem suficientes para mudar a forma de agir das pessoas, o Akatu chama a atenção dos consumidores para um assunto que interessa muito a eles: o próprio bolso! Com a chamada “Olha que loucura”, as peças publicitárias mostram imagens de alimentos estragados e o preço de cada um deles, traduzindo em cifras o quanto está sendo desperdiçado em comida.

Segundo uma pesquisa realizada pelo próprio Instituto Akatu, dessa maneira os consumidores se identificam mais com as cenas de desperdício, admitem que estão agindo errado e se sentem responsáveis pela solução do problema.

O que você faz com o óleo?

(Fonte: Instituto Akatu)

Sabe o que eu fazia com meu óleo? Guardei por mais de 2 anos pois não sabia onde descartá-lo. Felizmente a coisa está mudando, facilitando o acesso do consumidor aos pontos de coleta de produtos reciclaveis. A campanha de coleta de óleo de cozinha usado, lançada pelo Sindicato da Indústria de Panificação e Confeitaria de São Paulo (Sindipan), já conta com adesão de mais de 150 padarias da capital. Até o final de julho, a Sindipan espera que 2 mil padarias estejam prontas para recolher o óleo levado pelos clientes. Os estabelecimentos participantes terão galões instalados no local para receber o resíduo.

A Sindipan explica que a reciclagem do óleo pelas padarias já é feita há alguns anos, entretanto, somente agora viram a possibilidade de ajudar a comunidade na reciclagem desse composto. Quando o óleo é jogado na pia, além de entupir os encanamentos, dificulta o tratamento da água, encarecendo todo o sistema. Em regiões onde não há tratamento de esgoto, o óleo vai direto pros rios e, consequentemente, oceanos, contaminando a água e dificultando a penetração do sol que alimenta a vida orgânica e que, por sua vez, alimenta os peixes, dificultando toda a cadeia.

Descartar o óleo no lixo também não uma boa opção, já que eles são depositados em lixões que não tem estrutura necessária para evitar que esses compostos infiltrem no solo e cheguem ao lençol freático.

Além de evitar tantos danos ambientais, a coleta seletiva do óleo traz vários benefícios. Em São Paulo, o óleo coletado pelas padarias será encaminhado a ONGs que trabalham com a reciclagem desse resíduo, reaproveitando-o na fabricação de sabão e de biodiesel. Hoje, apenas 5% do óleo usado é reaproveitado no Brasil. Segundo Célia Marcondes, presidente da Ecoleo, uma ONG que coordena ações de coleta, armazenamento e reciclagem de óleo usado, “garantimos a eliminação de resíduos sem danificar o meio ambiente e, ainda por cima, há geração de renda para as pessoas que trabalham na ONG”.

Texto na íntegra:

http://www.akatu.org.br/central/noticias/2009/padarias-de-sao-paulo-comecam-a-recolher-oleo-de-cozinha-usado-1

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