Atitude Eco – Ativismo e sustentabilidade

Ativismo, mobilização, comunicação e sustentabilidade

Tag Archives: ambiental

São Bernardo abre 120 vagas para cursos ambientais gratuitos

Com o objetivo de fortalecer a política ambiental na cidade, a Prefeitura de São Bernardo do Campo, por meio das secretarias de Gestão Ambiental e Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Turismo, abre nesta quarta-feira (16/2) 120 vagas para quatro cursos ambientais gratuitos: Formação de Agente Socioambiental Voluntário, Minhocultura, Terrário e Cultivo de Orquídeas, que fazem parte do projeto Eco-Escola, e serão oferecidos no Parque Municipal Estoril, no Riacho Grande. As inscrições estarão abertas até o dia 11 de março.

No total são 30 vagas para cada curso, com carga horária de quatro horas. O curso de Formação de Agente Socioambiental Voluntário capacita os alunos a atuarem como multiplicadores na conscientização, preservação e proteção ambiental. Para participar, é necessário ter 18 anos e concluído o ensino fundamental. As aulas, com início no dia 17 de março, serão oferecidas duas vezes por semana, das 9h às 16h30.

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Por que uma incubadora de inovações sociais está falando de blogs?

Para nós, os blogs também são projetos de empreendedorismo social. Há dois anos mantenho o blog Atitude Eco, na tentativa de discutir e democratizar a informação crítica da sustentabilidade. Durante esses anos questionei diversas vezes o real poder dessa ferramenta de comunicação, tendo participado de diversas ações com outros blogs e também em movimentos de rua. O fato é que não se sabe ao certo o quanto nós, blogueiros ambientais, estamos influenciando o dia a dia das pessoas.

Acredito que, devido a inexperiência e pouco profissionalismo do segmento, ficamos muito aquém do desejado.

Observando essa situação, vi a necessidade de buscar meios de fortalecer esses profissionais com conteúdo, design e tecnologias de qualidade. Sendo assim, a SustentaLab pretende promover diversos concursos, debates e eventos com os blogueiros, de forma que nós possamos nos encontrar e nos capacitar melhor, o que irá potencializar o discurso da blogosfera ambiental.

Acredito que esse seja apenas o primeiro passo para que nós Blogueiros Ambientais, consigamos crescer e ganhar espaço, sem perder a personalidade.

O que é SustentaLab?

sustentalab logoInovações sociais por um mundo mais sustentável.

O SustentaLab é um laboratório de inovações que busca solucionar problemas sociais através da incubação de ideias e iniciativas de jovens empreendedores que tenham como foco principal o tripé da sustentabilidade.

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Debate online discute como inovações tornam empresas mais sustentáveis

A GSI – Global Social Impact, está promovendo um debate online, chamado GSI JAM, que pretende articular organizações da sociedade civil, empresas, instituições acadêmicas  e órgãos do governo em torno de inovações que podem ajudar as instituições a se tornarem mais sustentáveis.

Debate GSI Jam

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Educação para a sustentabilidade será discutida em SP

Fonte: Planeta Sustentável

Com o objetivo de trocar experiências de processos de ensino que contribuem para a sustentabilidade, o IPF – Instituto Paulo Freire realizará em São Paulo, no dia 9 de fevereiro, uma atividade expandida do Fórum Social Mundial de Dakar.

Gratuito, o evento tem em sua programação palestras de Moacir Gadotti, presidente do IPF, e Rose Marie Inojosa, presidente do Departamento de Educação Ambiental da Umapaz – Universidade Aberta do Meio Ambiente e Cultura de Paz. A mesa de diálogo será coordenada por Sheila Ceccon, do IPF.

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Rede Ambiental Global divulga gratuitamente empresas, ONG’s e suas ações envolvidas com o meio ambiente

Formada por diversos organismos a rede disponibiliza iniciativas e projetos que envolvam os mercados e consumidores relacionados ao meio ambiente, sustentabilidade e biodiversidade no mundo todo

made in forestEm fevereiro do ano passado, pelas mãos dos empresários Fábio Biolcati e Martin Mauro, foi disponibilizada na internet a primeira rede ambiental global, a Made in Forest. No mesmo conceito das redes sociais, que tanto têm feito sucesso pelo mundo, a Made in Forest reúne e organiza gratuitamente ONGs /Oscips Ambientais, eco empresas, prestadores de eco serviços, eco turismo, pontos de reciclagem, cursos e treinamentos em eco educação e pessoas focadas nas causas da sustentabilidade e meio-ambiente e tem como objetivo organizar e disponibilizar em um único lugar na internet (www.madeinforest.com) iniciativas, projetos e ações que envolvam o meio ambiente e uma forma de vida mais sustentável.

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Campus Party 2011 – Desastres naturais

Durante a Campus Party, os blogueiros ambientais promoveram uma desconferência para discutir sustentabilidade e mídias sociais, pautando formas de se discutir os desastres naturais na web. Estavam presentes Tiago Cordeiro (@tcordeiro), Cybele Meyer (@cybelemeyer) do Educa já, Samantha Shiraishi (@samegui) do A Vida Como a Vida Quer, Alexandre Inagaki (@inagaki) do Pensar Enlouquece, Guilherme Nunes (@gnsbrasil), Daiane (@daianevv) do Vivo Verde, Aline Kelly (@alinekelly) do Sustentável 2.0, Lidi Faria (@lidifaria) do lidifaria.com, Patrícia Moura (@missmoura), Ana Maria Coelho (@anamariacoelho) do Lounge Empreendedor, Renato Guimarães (@renatoguimaraes), do Sustentanews e outros participantes que se juntaram a conversa. Estou esquecendo alguém?

O debate rolou em torno dos deslizamentos no Rio de Janeiro, buscando analisar a forma como as mídias tradicionais abordaram o tema, fazendo um comparativo e buscando discutir diferentes formas de nós, da mídia alternativa, pautar o tema.

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Presidente do IBAMA se demite devido à pressão

Mais uma campanha da Avaaz.org, que esse ano começou com tudo! Parabéns!!

O Presidente do IBAMA se demitiu ontem devido à pressão para autorizar a licença ambiental de um projeto que especialistas consideram um completo desastre ecológico: o Complexo Hidrelétrico de Belo Monte.

A mega usina de Belo Monte iria cavar um buraco maior que o Canal do Panamá no coração da Amazônia, alagando uma área imensa de floresta e expulsando milhares de indígenas da região. As empresas que irão lucrar com a barragem estão tentando atropelar as leis ambientais para começar as obras em poucas semanas.

A mudança de Presidência do IBAMA poderá abrir caminho para a concessão da licença – ou, se nós nos manifestarmos urgentemente, poderá marcar uma virada nesta história. Vamos aproveitar a oportunidade para dar uma escolha para a Presidente Dilma no seu pouco tempo de Presidência: chegou a hora de colocar as pessoas e o planeta em primeiro lugar. Assine a petição de emergência para Dilma parar Belo Monte – ela será entregue em Brasília, quando conseguirmos 150.000 assinaturas:

https://secure.avaaz.org/po/pare_belo_monte/?vl

Abelardo Bayama Azevedo, que renunciou à Presidência do IBAMA, não é a primeira renúncia causada pela pressão para construir Belo Monte. Seu antecessor, Roberto Messias, também renunciou pelo mesmo motivo ano passado, e a própria Marina Silva também renunciou ao Ministério do Meio Ambiente por desafiar Belo Monte.

A Eletronorte, empresa que mais irá lucrar com Belo Monte, está demandando que o IBAMA libere a licença ambiental para começar as obras mesmo com o projeto apresentando graves irregularidades. Porém, em uma democracia, os interesses financeiros não podem passar por cima das proteções ambientais legais – ao menos não sem comprarem uma briga.

A hidrelétrica iria inundar 100.000 hectares da floresta, impactar centenas de quilômetros do Rio Xingu e expulsar mais de 40.000 pessoas, incluindo comunidades indígenas de várias etnias que dependem do Xingu para sua sobrevivência. O projeto de R$30 bilhões é tão economicamente arriscado que o governo precisou usar fundos de pensão e financiamento público para pagar a maior parte do investimento. Apesar de ser a terceira maior hidrelétrica do mundo, ela seria a menos produtiva, gerando apenas 10% da sua capacidade no período da seca, de julho a outubro.

Os defensores da barragem justificam o projeto dizendo que ele irá suprir as demandas de energia do Brasil. Porém, uma fonte de energia muito maior, mais ecológica e barata está disponível: a eficiência energética. Um estudo do WWF demonstra que somente a eficiência poderia economizar o equivalente a 14 Belo Montes até 2020. Todos se beneficiariam de um planejamento genuinamente verde, ao invés de poucas empresas e empreiteiras. Porém, são as empreiteiras que contratam lobistas e tem força política – a não ser claro, que um número suficiente de nós da sociedade, nos dispormos a erguer nossas vozes e nos mobilizar.

A construção de Belo Monte pode começar ainda em fevereiro.O Ministro das Minas e Energia, Edson Lobão, diz que a próxima licença será aprovada em breve, portanto temos pouco tempo para parar Belo Monte antes que as escavadeiras comecem a trabalhar. Vamos desafiar a Dilma no seu primeiro mês na presidência, com um chamado ensurdecedor para ela fazer a coisa certa: parar Belo Monte, assine agora:

https://secure.avaaz.org/po/pare_belo_monte/?vl

Acreditamos em um Brasil do futuro, que trará progresso nas negociações climáticas e que irá unir países do norte e do sul, se tornando um mediador de bom senso e esperança na política global. Agora, esta esperança será depositada na Presidente Dilma. Vamos desafiá-la a rejeitar Belo Monte e buscar um caminho melhor. Nós a convidamos a honrar esta oportunidade, criando um futuro para todos nos, desde as tribos do Xingu às crianças dos centros urbanos, o qual todos nós podemos ter orgulho.

Abaixo assinado pela proteção dos polinizadores

Abelha PolinizadoraEm setembro de 2010 fiz um post sobre a Crise alimentar e os polinizadores, texto esse que me tomou mais de dois meses de pesquisa em vários sites e com profissionais da área.

Esse é um assunto que tem ganhado espaço na mídia tradicional e também nos blogs, mas ainda vejo pouco movimento em relação a um assunto tão importante. Quem ler o artigo que escrevi vai entender a gravidade da situação.

Agora saiu na internet, por meio do Avaaz.org, um abaixo assinado que pede o banimento de um tipo específico de agrotóxico nas regiões do EUA e União Européia.

Segue a versão integral do email que recebi:

“Caros amigos,

Silenciosamente, bilhões de abelhas estão morrendo, colocando toda a nossa cadeia alimentar em perigo. Abelhas não fazem apenas mel, elas são uma força de trabalho gigante e humilde, polinizando 90% das plantas que produzimos.

Vários estudos científicos mencionam um tipo de agrotóxico que contribui para o extermínio das abelhas. Em quatro países Europeus que baniram estes produtos, a população de abelhas já está se recuperando. Mas empresas químicas poderosas estão fazendo um lobby pesado para continuar vendendo estes venenos. A única maneira de salvar as abelhas é pressionar os EUA e a União Europeia para eles aderirem à proibição destes produto letais – esta ação é fundamental e terá um efeito dominó no resto do mundo.

Não temos tempo a perder – o debate sobre o que fazer está esquentando. Não se trata apenas de salvar as abelhas, mas de uma questão de sobrevivência. Vamos gerar um zumbido global gigante de apelo à UE e aos EUA para proibir estes produtos letais e salvar as nossas abelhas e os nossos alimentos. Assine a petição de emergência agora, envie-a para todo mundo, nós a entregaremos aos governantes responsáveis:

https://secure.avaaz.org/po/save_the_bees/?vl

As abelhas são vitais para a vida na Terra – a cada ano elas polinizam plantas e plantações com um valor estimado em US$40 bilhões, mais de um terço da produção de alimentos em muitos países. Sem ações imediatas para salvar as abelhas, poderíamos acabar sem frutos, legumes, nozes, óleos e algodão.

Nos últimos anos, temos visto um declínio acentuado e preocupante a nível global das populações de abelhas – algumas espécies de abelhas estão extintas e outras chegaram a 4% da população no passado. Cientistas vêm lutando para obter respostas. Alguns estudos afirmam que o declínio pode ser devido a uma combinação de fatores, incluindo doenças, perda de habitat e utilização de produtos químicos tóxicos. Mas um importante estudo independente recente produziu evidências fortes culpando os agrotóxicos neonicotinóides. A França, Itália, Eslovênia, e até a Alemanha, sede do maior produtor do agrotóxico, a Bayer, baniram alguns destes produtos que matam abelhas. Porém, enquanto isto, a Bayer continua a exportar o seu veneno para o mundo inteiro.

Este debate está esquentando a medida que novos estudos confirmam a dimensão do problema. Se conseguirmos que os governantes europeus e dos EUA assumam medidas, outros países seguirão o exemplo. Não vai ser fácil. Um documento vazado mostra que a Agência de Proteção Ambiental dos EUA já sabia sobre os perigos do agrotóxico, mas os ignorou. O documento diz que o produto da Bayer é “altamente tóxico” e representa um “grande risco para os insetos não-alvo (abelhas)”.

Temos de fazer ouvir as nossas vozes para combater a influência da Bayer sobre governantes e cientistas, tanto nos EUA quanto na UE, onde eles financiam pesquisas e participam de conselhos de políticas agrícolas. Os reais peritos – apicultores e agricultores – querem que estes agrotóxicos letais sejam proibidos, a não ser que hajam evidências sólidas comprovando que eles são seguros. Vamos apoiá-los agora. Assine a petição abaixo e, em seguida, encaminhe este alerta:

https://secure.avaaz.org/po/save_the_bees/?vl

Não podemos mais deixar a nossa cadeia alimentar delicada nas mãos de pesquisas patrocinadas por empresas químicas e os legisladores que eles pagam. Proibir este agrotóxico é um caminho necessário para um mundo mais seguro tanto para nós quanto para as outras espécies com as quais nos preocupamos e que dependem de nós.

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