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Abaixo assinado pela proteção dos polinizadores

Abelha PolinizadoraEm setembro de 2010 fiz um post sobre a Crise alimentar e os polinizadores, texto esse que me tomou mais de dois meses de pesquisa em vários sites e com profissionais da área.

Esse é um assunto que tem ganhado espaço na mídia tradicional e também nos blogs, mas ainda vejo pouco movimento em relação a um assunto tão importante. Quem ler o artigo que escrevi vai entender a gravidade da situação.

Agora saiu na internet, por meio do Avaaz.org, um abaixo assinado que pede o banimento de um tipo específico de agrotóxico nas regiões do EUA e União Européia.

Segue a versão integral do email que recebi:

“Caros amigos,

Silenciosamente, bilhões de abelhas estão morrendo, colocando toda a nossa cadeia alimentar em perigo. Abelhas não fazem apenas mel, elas são uma força de trabalho gigante e humilde, polinizando 90% das plantas que produzimos.

Vários estudos científicos mencionam um tipo de agrotóxico que contribui para o extermínio das abelhas. Em quatro países Europeus que baniram estes produtos, a população de abelhas já está se recuperando. Mas empresas químicas poderosas estão fazendo um lobby pesado para continuar vendendo estes venenos. A única maneira de salvar as abelhas é pressionar os EUA e a União Europeia para eles aderirem à proibição destes produto letais – esta ação é fundamental e terá um efeito dominó no resto do mundo.

Não temos tempo a perder – o debate sobre o que fazer está esquentando. Não se trata apenas de salvar as abelhas, mas de uma questão de sobrevivência. Vamos gerar um zumbido global gigante de apelo à UE e aos EUA para proibir estes produtos letais e salvar as nossas abelhas e os nossos alimentos. Assine a petição de emergência agora, envie-a para todo mundo, nós a entregaremos aos governantes responsáveis:

https://secure.avaaz.org/po/save_the_bees/?vl

As abelhas são vitais para a vida na Terra – a cada ano elas polinizam plantas e plantações com um valor estimado em US$40 bilhões, mais de um terço da produção de alimentos em muitos países. Sem ações imediatas para salvar as abelhas, poderíamos acabar sem frutos, legumes, nozes, óleos e algodão.

Nos últimos anos, temos visto um declínio acentuado e preocupante a nível global das populações de abelhas – algumas espécies de abelhas estão extintas e outras chegaram a 4% da população no passado. Cientistas vêm lutando para obter respostas. Alguns estudos afirmam que o declínio pode ser devido a uma combinação de fatores, incluindo doenças, perda de habitat e utilização de produtos químicos tóxicos. Mas um importante estudo independente recente produziu evidências fortes culpando os agrotóxicos neonicotinóides. A França, Itália, Eslovênia, e até a Alemanha, sede do maior produtor do agrotóxico, a Bayer, baniram alguns destes produtos que matam abelhas. Porém, enquanto isto, a Bayer continua a exportar o seu veneno para o mundo inteiro.

Este debate está esquentando a medida que novos estudos confirmam a dimensão do problema. Se conseguirmos que os governantes europeus e dos EUA assumam medidas, outros países seguirão o exemplo. Não vai ser fácil. Um documento vazado mostra que a Agência de Proteção Ambiental dos EUA já sabia sobre os perigos do agrotóxico, mas os ignorou. O documento diz que o produto da Bayer é “altamente tóxico” e representa um “grande risco para os insetos não-alvo (abelhas)”.

Temos de fazer ouvir as nossas vozes para combater a influência da Bayer sobre governantes e cientistas, tanto nos EUA quanto na UE, onde eles financiam pesquisas e participam de conselhos de políticas agrícolas. Os reais peritos – apicultores e agricultores – querem que estes agrotóxicos letais sejam proibidos, a não ser que hajam evidências sólidas comprovando que eles são seguros. Vamos apoiá-los agora. Assine a petição abaixo e, em seguida, encaminhe este alerta:

https://secure.avaaz.org/po/save_the_bees/?vl

Não podemos mais deixar a nossa cadeia alimentar delicada nas mãos de pesquisas patrocinadas por empresas químicas e os legisladores que eles pagam. Proibir este agrotóxico é um caminho necessário para um mundo mais seguro tanto para nós quanto para as outras espécies com as quais nos preocupamos e que dependem de nós.

Os 10 artigos sustentáveis mais populares do ano

Para fechar o ano de 2010, deixo a relação dos posts que receberam mais visitas. É bem interessante observar que as pessoas buscaram bastante informação sobre dicas caseiras ou atitudes no dia a dia.

  1. Você conhece os símbolos da reciclagem?Símbolos da Reciclagem
  2. Desodorante Caseiro
  3. Lista de deputados que aprovaram o aumento salarial
  4. Repelente caseiro
  5. Dor de garganta? Dicas caseiras
  6. Dia Sem Compras – Buy Nothing Day
  7. Carro ou bicicleta? Bicicarro?
  8. Como funciona o comércio de carbono?
  9. Ações no âmbito empresarial e político para construir uma sociedade responsável social e ambientalmente
  10. Não ao desperdício de alimentos

O Atitude Eco deseja a todos um ótimo final de ano, com muito compartilhamento, afeto e união. Voltamos com o ritmo de postagem na primeira semana de 2011.

Deputados do MT em manobras políticas

Fonte: O Eco

O Instituto Centro de Vida (ICV) elaborou um vídeo revelando os bastidores da aprovação zoneamento econômico e ecológico de Mato Grosso. Deputados estaduais alteraram de última hora proposta amplamente discutida pela sociedade durante 20 anos, praticamente duplicando áreas destinadas às atividades agrícolas e cortando mais de 70% daquelas aptas à criação de unidades de conservação. As manobras políticas foram escandalosas. Assista e participe no blog www.zoneamento.wordpress.com

Educação para o consumo sustentável – Intensificação do uso

Temos visto muitas ações interessantes de reciclagem e reutilização de materiais, inclusive apoiado e estimulado pelas grandes empresas.

É claro que é muito importante reciclar, afinal, esse processo nos ajuda na diminuição da dependência de matérias primas, evitando a maior exploração dos recursos naturais. Porém, alguns processos de reciclagem acabam sendo mais prejudiciais à natureza do que a produção do produto primário.

Há tempos tenho dito: O estímulo à reciclagem é uma forma de aliviar a consciência do consumo excessivo.

Obviamente as empresas não farão uma campanha para que você consuma

Pessoas no lixão

Pessoas no lixão

menos salgadinhos, bolachas ou outros itens, tão pouco irão apoiar esse tipo de ação. Ela quer que você consuma mais e mais e mais e, para deixar sua consciência limpa e lavar as próprias mãos, pede encarecidamente que você recicle as toneladas de lixo que você gerou.

Existe uma estratégia de marketing chamada “intensificação do uso”, que significa: Formas de fazer com que as pessoas que já são clientes utilizem mais e mais nosso produto.

Alguns exemplos de intensificação do uso:

Aumentar o lastro de um recipiente para fazer com que você consuma mais rápido o produto: Os tubos de pasta de dentes tinham um bocal menor, o que tornava mais demorada a utilização da pasta.

Indicar formas “corretas” de uso: Tenho certeza que você já leu na embalagem do seu xampu ou condicionador que “para um melhor resultado, aplicar três vezes o produto”.

Portanto, as marcas continuarão apostando na reciclagem como mote da sustentabilidade empresarial, e deixarão para você a responsabilidade do consumo excessivo, mesmo que elas pratiquem ações de incentivo ao consumo.

Os produtos que trabalham com intensificação do uso devem ser consumidos com cautela.

- Preste atenção na quantidade de produto que está usando; será que é mesmo necessário tudo isso?

- Quando a indicação de uso exige consumo excessivo, desconfie.

Lembre-se: Não basta apenas reciclar, é preciso consumir conscientemente.

Outros posts da série Educação para o consumo sustentável:

Educação para o consumo sustentável – Signos ou objetos?

Educação para o consumo sustentável – Obsolescência planejada (Tecnologia)

Papel reciclado ou certificado?

Fonte: Bruno Rico, para o Último Segundo

papel reciclado

papel reciclado

Recentemente, duas empresas precursoras da responsabilidade ambiental no País deixaram de priorizar o papel reciclado em suas atividades. O Banco Real restringiu sua utilização a talões de cheques, material de merchandising e malas diretas. Na Natura, ele foi praticamente abolido. Em ambos os casos, as companhias passaram a usar o chamado papel virgem com o certificado FSC alegando melhores benefícios socioambientais. Mas até o momento nem empresas e nem ONGs conseguem ser conclusivas frente à questão “qual papel é ecologicamente mais correto?”. A própria Natura confundiu os papéis. Em resposta enviada à reportagem do Último Segundo, afirma que o certificado FSC “define critérios de certificação florestal e de cadeia de custódia em toda a cadeia produtiva do papel”. Trata-se de um equívoco. O FSC (Conselho de Administração de Florestas, em português) é uma organização não-governamental que define critérios de certificação florestal em todo o mundo, mas não monitora o trabalho de transformação da madeira em papel.

fsc logo

fsc logo

Dentro das fábricas, onde há geração de dejetos tóxicos e alto consumo de água e energia, o FSC não trabalha. “Estamos lançando uma política que vai monitorar a parte social e ambiental das indústrias, mas ainda estamos fazendo testes”, disse Lucia Massaroth, engenheira florestal do Imaflora, uma das empresas que faz a monitoração das florestas para o FSC.

A reportagem do Último Segundo perguntou a ONGs e entidades atuantes no ramo e nenhuma pesquisa nacional que apontasse qual tipo de papel, o reciclado ou o certificado FSC, é menos impactante à natureza foi revelada. Pelo contrário, essas empresas reclamaram da falta de conclusão sobre o assunto.

O Instituto Akatu, que trabalha com sustentabilidade, disse que “ainda não existem estudos específicos e definitivos comparando os impactos dos papéis reciclados comparativamente aos brancos”.

A ONG Ekos Brasil encontrou, no entanto, um estudo europeu que responde à pergunta. A pesquisa “Examples of LCAs for Management Decisions in Europe” (“Exemplos de LCAs para as decisões de gestão na Europa, em português), encomendada pela Coop, uma cadeia de supermercados da Suíça, fez a avaliação do ciclo de vida do papel e confirmou algo que, de certa forma, já era esperado. Na média, o papel reciclado gera menor impacto ambiental do que qualquer papel virgem, incluindo os certificados pelo FSC. O principal motivo é simples: o papel reciclado poupa árvores e florestas e, por esse motivo, é defendido pelas ONGs e entidades do ramo.

Impacto ambiental do papel

Mas ambas as atividades geram impactos agressivos sobre a natureza. Para a produção de papel virgem, além do desmatamento, o diretor Délcio Rodrigues, da Ekos Brasil, explica que “precisa de solo, mudas, fertilizantes, água e energia fóssil. Quando paramos para olhar cada um desses fatores, vemos cada um desses impactos. Quanto mais uso a área, menor a possibilidade de recuperação da biodiversidade, além da liberação de gases de efeito estufa e da perda da terra, que vai parar em rios”

O papel reciclado, embora não derrube florestas, gera impactos também onerosos. Délcio explica que “a questão toda do papel (reciclado) é o branqueamento, que consome produtos químicos muito tóxicos”. Um dos vilões seria o “ftalato”, um aditivo usado para dar plasticidade à tinta. “Esses componentes, se não tratados, são altamente poluentes”.

Segundo ele, apesar dos dados confirmarem o impacto menor do papel reciclado sobre a natureza, seria um erro achar que ele não agride o meio ambiente. “O grande mito é achar que as fábricas de papel reciclado são melhores do que as outras”, alerta.

Entidades do setor apontam a fiscalização do tratamento dos dejetos tanto em fábricas de papéis reciclados como de papel virgem como uma atividade tão importante quanto a utilização de madeira proveniente de florestas replantadas. Não adianta, assim, comprar papel reciclado. Tem que conhecer como a empresa trata seus dejetos.

Certificados “verdes”

Especialistas e profissionais indicam que o consumidor volte sua atenção para os certificados que as marcas de papel carregam. Evelin Fagundes dos Santos, coordenadora de certificação da Imaflora, indica a que o consumidor observe os certificados ambientais. “Entre eles, há o FSC, o ISO 14001, e selos variados sobre a emissão de carbono”. Os selos podem ser encontrados nas embalagens dos papeis.

O FSC garante que a origem da madeira é correta, proveniente de florestas plantadas e sustentáveis; os certificados de carbono monitoram a emissão de carbono durante o processo; e o Iso 14001 monitora a geração de resíduos das fábricas. Mas há pouca informação e notícias sobre este último.

Papel virgem e reciclado: complementares

embalagem papel reciclado

embalagem papel reciclado

Especialistas ressaltam, também, que é necessário lembrar que, para se produzir papel reciclado, em algum momento foi necessária a produção de papel virgem. De acordo com Afonso Moraes Moura, da Associação Brasileira Técnica de Celulose e Papel (ABTCP), a vida útil do papel dura de 4 a 7 reciclagens. E, a cada nova reciclagem, o papel vai perdendo qualidade e ganhando novas funções.

No seu primeiro estágio (virgem) ele pode, por exemplo, ser um papel sulfite. Depois, reciclado, pode até voltar a ser sulfite mas, para isso, precisa receber certa quantidade de papel virgem. Na próxima reciclagem, pode se tornar embalagem de mercadorias. Numa quarta reciclagem, já se torna caixa de papelão. E, no último estágio, vira “miolo” de caixa de papelão.

Segundo dados da Associação Brasileira de Celulose e Papel (Bracelpa), o País recicla metade de todo seu papel produzido. Entre os papelões, cerca de 75% é reciclado. As entidades defendem a ampliação da reciclagem, mas mesmo que ela atingisse 100%, o fornecimento de papel virgem é uma necessidade do mercado. “O reabastecimento do mercado com papel novo é permanentemente necessário. Eles são complementares”, explica o diretor Afonso Moraes Moura, ABTCP.

Crise alimentar e serviços ambientais – O caso dos polinizadores

Escutamos diariamente pessoas falando sobre biodiversidade, equilíbrio ecológico, e até do suposto “efeito borboleta”, e não nos damos conta da profundidade e complexidade dessas questões. Independente dos motivos desse descaso, o importante é atentar para cada pequeno detalhe, inseto, animal, planta, molécula, átomo! Pode não parecer, mais nosso ecossistema é frágil e está em constante mutação, qualquer descuido é capaz de provocar grandes mudanças. Esse é o efeito borboleta.

Ao todo são 37 países que sofrem de crise alimentar e os preços dos alimentos não param de subir. Segundo dados da OMS (Organização Mundial de Saúde), 1,5 milhão de crianças morrem todos os anos vítimas de desnutrição, e o Programa Mundial de Alimentos afirma que se essa tendência continuar teremos um aumento de alguns milhões de pessoas passando fome.

O Censo Agropecuário de 2006 apontou que a agricultura familiar, responsável pela maior parte da produção de alimentos, tem sido suprimida pelos grandes latifúndios produtores de commodities. Mas uma crise nunca está vinculada a apenas um fator. São diversas variáveis que juntas contribuem para que todo o sistema entre em declínio, fatores como a demanda conflitante biocombustível/alimentação, o aumento da temperatura global, e principalmente, o desequilíbrio dos serviços ecológicos, tais como polinizadores, ciclos hidrológicos, composição e formação do solo, ciclagem de nutrientes, etc… Todos esses fatores devem ser analisados de forma conjunta, a fim de se construir uma análise holística que venha a esclarecer a situação em que a terra se encontra.

abelha africanizada (Apis mellifera)

abelha africanizada (Apis mellifera)

Na década de 70, apicultores americanos começaram a perceber que suas colméias estavam desaparecendo, dados recentes apontam perdas de até 60% na população de abelhas. Desde então esses fatores tem sido observados de perto por pesquisadores do mundo todo, apresentando dados alarmantes que tem sido publicados e disseminados pela comunidade científica. A ação desses insetos está diretamente ligada à produção de alimentos, tanto que economistas e ecologistas calculam que a contribuição dos polinizadores silvestres para a agricultura dos Estados Unidos chegue a US$ 6 bilhões/ano, uma quantia mais do que significativa para um ativo de investimento zero.  Abelhas manejadas (criadas em cativeiro) somam outros US$18 bilhões/ano.

Para se ter uma idéia do que esses pequenos insetos representam na nossa vida, um estudo apresentado pela Academic Press de Nova York aponta que polinizadores são responsáveis por 85% da produção de alimentos como frutas, vegetais e legumes. O restante da polinização é feito por outros animais, ventos, manipulação ou por propagação. Os produtores tem se tornado cada vez mais dependentes dos polinizadores manejados como a abelha africanizada (Apis mellifera).

(Foto H.R. HeilmannDivulgação)

(Foto H.R. Heilmann)

Esse serviço é tão único e indispensável que é possível diferenciar as plantações e os alimentos que foram polinizados de forma natural devido a maior produtividade por hectare e a características de qualidade como: tamanho, cor e formato. Além disso, é financeiramente inviável e praticamente incabível que esse trabalho seja inteiramente feito a partir da manipulação do pólen pela mão de obra humana. O homem pode até copiar, mas quem possui a fórmula é a natureza.

Existem muitas suposições e conjeturas sobre as possíveis ameaças que tem determinado o declínio da população desses insetos. Fatores como a densidade das populações urbanas, fragmentação do campo, aquecimento global, excesso de agrotóxicos nas plantações e até extração ilegal de mel são citados por diversas fontes.

Um desses em especial tem chamado a atenção da comunidade científica. Existem diversas causas para o desaparecimento das abelhas. Algumas delas estão ligadas a doenças causadas por microorganismos e parasitas, como ácaros. Outra certamente está relacionada ao uso de determinados tipos de agrotóxicos utilizados em larga escala na agricultura. Só na região central do Estado de São Paulo, nos últimos três anos, mais de seis mil colméias de abelhas africanizadas foram mortas pelos inseticidas. Aqui não estão incluídas outras abelhas selvagens e outros insetos importantes para manutenção da biodiversidade.

Rainha e operárias

Rainha e operárias

É importante ressaltar que os testes de agrotóxicos só levam em conta a morte causada pelo dano direto e, existem pesticidas que, em doses subletais, podem provocar mudanças no comportamento, tais como comunicação, formação, orientação e nascimento de abelhas, fatores que são indispensáveis para a boa saúde de uma colméia.

Dessa forma, a pouca informação e o descaso a respeito desses pequenos insetos estão determinando o agravamento da crise alimentar. Ações no âmbito internacional estão sendo tomadas com o intuito de estimular a criação de abelhas sem ferrão (links), mas essas atitudes ainda são uma pequena parte do que pode e precisa ser feito.

Bibliografia:
1.       Allsopp MH, de Lange WJ, Veldtman R (2008) – Valuing Insect Pollination Services with Cost of Replacement. PLoS ONE 3(9): e3128. doi:10.1371/journal.pone.0003128 Richards KW (1993) Non-Apis bees as crop pollinators. Rev Suisse Zool 100:807–822.
2.       Williams IH (1996) Aspects of bee diversity and crop pollination in the European Union. In: Matheson A, Buchmann SL, O’Toole C, Westrich P, Williams IH, eds. The Conservation of Bees. New York: Academic Press. pp 63–80.
3.       Richards AJ (2001) Does low biodiversity resulting from modern agricultural practice affect crop pollination and yield? Annals Bot 88: 165–172.
4.       Klein A-M, Vaissie`re BE, Cane JH, Steffan-Dewenter I, Cunningham SA, et al. (2007) Importance of pollinators in changing landscapes for world crops. Proc R Soc Lon B Biol Sci 274: 303–313.
5.       Free JB (1993) Insect pollination of crops. London: Academic Press. 768 p.
6.       Ghazoul J (2005) Buzziness as usual? Questioning the global pollination crisis. Trends Ecol Evol 20: 367–373.
7.        Malaspina O, Novelli  RCF, Silva Zacarin ECM, Souza, TF (2010) Defesa de apiários e meliponários contra agrotóxicos.  18° Congresso Brasileiro de Apicultura, Cuiaba, MT. 5p, CD.
8.       McGregor S (1976) Insect pollination of cultivated crop plants. Washington (DC): US Department of Agriculture, Agriculture Handbook 496. 411 p.
9.       Morse RA, Calderone NW (2000) The value of honey bees as pollinators of U.S. crops in 2000. Bee Cult 128: 1–15.
10.   http://www.envolverde.com.br/materia.php?cod=46386&edt= (15/08/2010)
11.   http://www.envolverde.com.br/materia.php?cod=73914&edt= (15/08/2010)
12.   http://www.envolverde.com.br/materia.php?cod=77159&edt=# (15/08/2010)
13.   http://www.oeco.com.br/marc-dourojeanni/16433-oeco27156 (9/9/2010)
14.   http://www.pollinator.org (9/9/2010)
15.   http://www.xerces.org/bumblebees/ (9/9/2010)
16.   http://www.teebweb.org/ (9/9/2010)
17.   http://www.nwf.org/ (9/9/2010)
18.   http://www.pollinationcanada.ca/ (9/9/2010)
19.   http://www.economiadoclima.org.br/site/ (9/9/2010)
20.   http://people.virginia.edu/~thr8z/Bee_Diversity/Blandy_Bee_Diversity.php (9/9/2010)
21.   http://www.xerces.org/educational-resources/ (9/9/2010)
22.   http://research.amnh.org/iz/beecourse/ (9/9/2010)
23.   http://www.silive.com/eastshore/index.ssf/2009/07/busy_watching_bees_in_her_back.html (9/9/2010)

Carro ou bicicleta? Bicicarro?

Recebi esse email pela manhã e realmente não consegui encontrar mais informações sobre os responsáveis por esse projeto. É simplesmente sensacional e vale a postagem mesmo sem as devidas referências. Quem tiver informações, favor entrar em contato!

Projeto Bicicarro:

Alguém topa montar um? hahahahaha!!

Ecobus

Aos poucos vamos vendo ações significativas para a resolução do problema ambiental, como é o caso da criação e substituição dos ônibus movidos a diesel, um dos combustíveis mais poluentes utilizados na frota de automóveis. Desde 1992, alguns países europeus começaram a troca de seus ônibus por veículos mais ecológicos, que utilizam GNV (gás natural) e, aos poucos, essa idéia foi criando corpo aqui no Brasil, colocando em circulação seus primeiros ônibus movidos a gás em 2006.

Em 2009 surgiu uma nova tecnologia para o abastecimento desses veículos, movidos a hidrogênio, necessitam apenas de água e energia elétrica. Depois de três anos de pesquisa, essa inovação pode ir às ruas da cidade de São Paulo. “O processo que transforma água em combustível é simples. Na estação de produção de São Bernardo, as moléculas de água (H2O) são separadas pelo processo de eletrólise. O oxigênio é liberado na atmosfera, enquanto o hidrogênio passa por compressão para ser armazenado em nove tanques que ficam sobre o teto do ônibus.” Diz Daniel Nunes Gonçalves, da revista Veja.

Esse semestre foi a vez do Rio de Janeiro de entrar na dança e atender ao chamado do meio ambiente, iniciando o projeto de substituição da sua frota de ônibus, pretendendo ter cerca de 20% dos veículos em circulação até os jogos de 2016.

O projeto Ônibus Brasileiro a Hidrogênio foi desenvolvido pelo Ministério de Minas e Energia e pela Empresa Municipal de Transportes Urbanos, em parceria com três entidades. O custo total foi de cerca de R$ 31 milhões. Até o fim de 2010, serão quatro ônibus a hidrogênio.

Gerar e parir sob a luz do conhecimento das parteiras tradicionais

Ano passado participei de um workshop de parto natural em Goiás e desde então tenho certeza de que essa é a maneira mais adequada para se dar a luz. Infelizmente a indústria da medicina tem caminhado cada vez mais para um mercado de capital absurdo. Anestesia, acompanhamento, alojamento, roupas, luvas, equipamentos, tudo é dinheiro. Alguns médicos optam por tratamentos e soluções que visam aumentar a lucratividade de alguma situação e deixam a saúde e bem estar em segundo plano.

O parto natural é algo que deve ser incentivado pois é muito menos prejudicial à mulher e ao bebe, sem contar a economia de todo o processo. Compareçam, o assunto é muito importante.

Roda de conversa com Suely Carvalho, parteira tradicional há mais de 30 anos, fundadora da ONG C.A.I.S do parto em Olinda/PE.

Tradição e feminino se encontram e permeiam em histórias de mulheres que buscam o conhecimento do sagrado da natureza. Mulheres que vêem na gestação a missão de conceber e no parto a oportunidade de co-nascimento.

Data: Quarta-feira, Dia 9 de junho às 20hs

Local: Casa Jaya (Rua capote Valente, 305 – Pinheiros)

Valor: Contribuição voluntária

Reserve sua vaga pelo e-mail lista@casajaya.com.br

Telhados ecológicos – branco e verde

Fonte: Pensar eco, é lógico

Segundo o Green Building Council Brasil, não há ainda uma estimativa de quando a campanha realmente conseguirá baixar a temperatura em um grau nas chamadas ilhas de calor. A avaliação é que primeiro é preciso mudar um conceito cultural, para daí massificar a ideia. “O importante, nesta primeira etapa, é que a campanha está atraindo parcerias importantes”, diz o gerente da GCB, no Brasil
Benefícios dos telhados brancos
Diminuição das ilhas de calor dos prédios/casas
Diminuição da emissão de CO2
Fácil aplicação e pouca manutenção
Reduz custo de ar condicionado em até 20%
Ação eficiente no combate ao aquecimento global
 
Benefícios dos telhados verdes
Redução da reverberação de som, o que proporciona maior conforto acústico.

Controle do fluxo de água pluvial, o que ajuda na redução de enchentes
Diminuição das ilhas de calor dos prédios/casas

Economia com gastos de energia, principalmente ar condicionado

Para quem quiser saber mais sobre o telhado verde, leiam o blog da Giuliana Capello moradora da Ecovila Clareando e repórter pelo planeta sustentável, onde ela fez um post essa semana falando sobre a oficina de telhado vivo. Eu tive a oportunidade de ver um telhado verde na mesma ecovila e com certeza acho o mais adequado.

http://planetasustentavel.abril.com.br/blog/gaiatos/

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