Atitude Eco – Ativismo e sustentabilidade

Ativismo, mobilização, comunicação e sustentabilidade

Tag Archives: empresa

Instituto Ethos lança Plataforma por uma economia inclusiva, verde e responsável

Plataforma por uma economia inclusiva, verde e responsávelO Instituto Ethos lançou esse mês o documento “Plataforma por uma economia inclusiva, verde e responsável“, onde conta com a parceria de seis grandes empresas (Alcoa, CPFL, Natura, Suzano, Vale e Walmart) para a viabilização das ações propostas pela Plataforma. Esse documento tenso sido escrito desde a última Conferência Internacional Ethos e ainda está em aberto para que associados possam fazer criticas e sugestões. Apesar de ser apenas um texto, sem realizações práticas, é um importante passo para que se institucionalize a questão da inclusão e responsabilidade nas empresas. É como uma conduta ética, que todas as empresas devem seguir.

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O que é SustentaLab?

sustentalab logoInovações sociais por um mundo mais sustentável.

O SustentaLab é um laboratório de inovações que busca solucionar problemas sociais através da incubação de ideias e iniciativas de jovens empreendedores que tenham como foco principal o tripé da sustentabilidade.

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Educação para o consumo sustentável – Obsolescência planejada (Tecnologia)

Não se assuste com o título, a realidade é muito mais simples e fácil de entender. A obsolescência planejada nada mais é do que uma estratégia de marketing para manter um consumo contínuo ao longo do tempo, utilizando-se principalmente da moda e tecnologia para fazer com que nós troquemos mais constantemente de produtos.

Nesse post vamos falar de tecnologia. Você conhece vários exemplos e vai se identificar ao longo do texto.

Produto com os dias contados:

A história mais conhecida e certamente citada pela maioria é: “A geladeira da minha avó durou 25 anos, a minha quebro em menos de 10!”

Exatamente. Há algum tempo atrás, as empresas fabricavam os produtos pensando na sua qualidade para o consumidor. Ao longo do tempo, com o “amadurecimento” do marketing, os empresários perceberam que poderiam vender mais se seus produtos durassem menos.

Sim, os produtos realmente são planejados para durar menos. Posso afirmar pois sou formado em marketing, tive aulas desse tema e já questionei diretores de empresas de tecnologia sobre a real necessidade de se utilizar essa estratégia.

Todas as empresas utilizam, umas menos, outras mais. O fato é: Em algum momento seu aparelho terá um probleminha e deverá ser trocado. Não é muito mais barato trocar de celular do que consertar?

A nova versão da versão mais nova:

Também podem fazer você se sentir ultrapassado ou desatualizado. As empresas investem milhões em pesquisa e desenvolvimento e não vão gastar dinheiro a toa. Mesmo que eles tenham uma tecnologia inovadora, ela será guardada até que a empresa consiga extrair o máximo de dinheiro do consumidor. Exemplo: As câmeras fotográficas de 1mp, 2mp, 3mp etc. Pode acreditar: Quando a câmera de 1mp foi lançada, as empresas já tinham a tecnologia para produzir as de 10mp, 15mp. Mas qual seria o lucro se elas disponibilizassem esses produtos diretamente? Dois anos de lucro, talvez. Utilizando a estratégia da obsolescência planejada, eles puderam lucrar com o consumo de um só produto durante 10 anos… Inteligente ou sacana?

Tive uma conversa com o diretor de uma empresa multinacional que me informou, quando questionado sobre a real existência dessa estratégia, que sua empresa tinha produtos que só seriam vendidos no mercado daqui 10, 15 anos. São produtos que já existem, mas só entrarão no mercado quando as outras versões forem compradas e deixadas de lado.

Conclusão:

Não é fácil lidar com essa questão, visto que não há como evitar o consumo de tecnologias que ficarão ultrapassadas em questão de meses. O negócio é só comprar quando realmente há a necessidade: Você já tem uma maquina de 3mp, precisa comprar a de 4mp assim que lançar? Espere mais alguns meses e vá direto para uma câmera que realmente tenha um diferencial tecnológico.

Segue um vídeo legal do projeto Story of  Stuff que fala sobre eletrônicos e obsolescência planejada.

Outros posts da série Educação para o consumo sustentável:

Educação para o consumo sustentável – Intensificação do uso

Educação para o consumo sustentável – Signos ou objetos?

Visita a fábrica da Pepsico

Dia 6/12 fui convidado para fazer uma visita a fábrica de salgadinhos da Pepsico junto a outros tantos blogueiros, muitos dos quais admiro e acompanho o trabalho. Estavam lá: @samegui @gnsbrasil @educaja (@cybelemeyer) @evandrocesar @sustentabilizar @maitelemos @aquinacozinha @blogdati @marciaceschini @cozinhapequena @fabioallves @mabegalli @mundodastribos @lidifaria @tuliomalaspina @vanerodrigues @virts e @sustentavel20 (@alinekelly), esqueci alguém ou linkei para url errada?

Visita Pepsico

Foto: @fabioallves

Demorei a escrever esse post pois precisei de tempo para pensar sobre toda a informação que nos foi dada, além de esperar pelos comentários dos outros companheiros que estiveram por lá e que, sem dúvida, contribuíram para o fechamento dessas conclusões. Os outros blogs que já escreveram suas impressões foram: Bikini.veredas, Oras blog!, Sustentabilidade Corporativa, Pare o Mundo, Sustentável 2.0. Alguém mais que estou deixando de fora?

Para começar, é obvio que estamos falando de uma mega corporação que vende produtos industrializados com baixo valor nutritivo, ou seja, seu business por si só não é nada sustentável. Então por que os blogueiros foram convidados para conversar com a equipe de sustentabilidade da Pepsico?

Por que eles estão fazendo um trabalho honesto e querem divulgação opinativa, sem medo.

É claro que o fato de você conseguir produzir e administrar sustentavelmente não exclui ou diminui os outros danos relacionados a empresa. Portanto, toda conquista é pouca.

Outro fato importante é que nós fomos apresentados ao projeto pela própria coordenadora, a engenheira Andreza Moleiro Araujo, fica fácil de perceber a paixão dela pelo que faz, mas difícil de saber quanto é paixão e quanto é realidade.

Outra ressalva é que o encontro foi rápido, e não foi possível conhecer todas as ações que a empresa faz, portanto faço um relato genérico do que tivemos contato.

sustentabilidade pepsico

Foto: @fabioallves

O que a empresa está fazendo de bom:

  • Tem buscado a integração e participação de todos os funcionários em torno da sustentabilidade.
  • Tem buscado fornecedores que atendam a políticas que estejam de acordo com as da Pepsico.
  • Modernizou ao máximo sua fábrica para torná-la menos impactante ao meio ambiente.
  • Promovem ações de coleta dos resíduos de embalagens.
  • Neutralizam as emissões.
  • Atende as normas de segurança e saúde.

O que a empresa ainda pode fazer para melhorar:

  • O gerente da fábrica nos informou que: “é possível que parte dos produtos fornecidos tenha procedência transgênica“. Pessoalmente, acho uma falácia dizer que uma empresa como a Pepsico não tem poder de barganha o suficiente para exigir um controle de qualidade que ateste que o fornecimento dessas matérias primas esteja de acordo. Esse controle é possível de ser feito e deve ser levado em conta.
  • Informação não custa nada e é um direito do consumidor. As embalagens devem conter informações sobre os possíveis danos a saúde que o consumo excessivo pode causar e também quanto ao destino do valor pago pelo produto, demonstrando ao consumidor que desse produto de R$5,00, R$1,30 foram em impostos, R$1,50 em publicidade, R$0,70 administrativo, etc.
  • São apenas 16 fornecedores aqui no Brasil. Pelo visto, grandes latifúndios. Seria interessante começar uma ação de estímulo ao pequeno agricultor, e aos poucos capacitando-os para fornecer o produto com a qualidade necessária. É uma ação que estimula o crescimento do país, diminui a pobreza e melhora a relação da empresa-fornecedor.
  • Convidar outras pessoas, de segmentos mais especializados, como acadêmicos, ongs, consultorias, etc. que possam fornecer um feedback mais qualificado sobre cada uma das ações, propondo soluções e outras possibilidades dentro daquilo que já está sendo feito.
  • Maior participação nas questões de governança do país. Uma empresa desse porte tem que participar abertamente, sem lobby, de movimentos como a política de resíduos sólidos ou pela regulamentação da publicidade de alimentos não saudáveis. Pode parecer um tiro no pé, mas de uma forma ou de outra essas exigências da sociedade deverão ser incorporadas pelas empresas.
  • Como a ação acima, buscar maior pró atividade e visão de futuro. As ações que estão feitas são ótimas e contemplam a realidade da primeira década do século XXI, mas esse olhar deve estar mais atento aos rumos que a sociedade está tomando. Lembre-se: Você é uma indústria de alimentos, não uma indústria de salgadinhos.
  • Dentro da visão de futuro, buscar uma nova relação administrativa, que valorize e  distribua melhor os recursos da empresa. Acredito muito na reavaliação dos organogramas, folhas de pagamento e carga horária para melhora da qualidade de vida dos trabalhadores.
Fábrica Pepsico

Foto: @fabioallves

E para finalizar, quero deixar um recado.

As mega corporações, que até ontem eram administradas por velhos engravatados machistas,

Tulio Malaspina

Eu! (@tuliomalaspina) Foto: @fabioallves

ainda carregam muito da cultura industrial. Mas as coisas começam a mudar e, criminalizar e vetar qualquer tipo de colaboração com esses grandes hubs é tão arcaico quanto o velho machista. Uma empresa que emprega duas mil pessoas em uma só fábrica tem um papel social grande, e pode ser ainda maior se estiver aberta à população. Mas a população também deve estar disposta a colaborar. Bater é fácil, crescer junto tem custo.

A sustentabilidade não é um ponto de chegada, é uma forma de caminhar, e todos estamos tentando caminhar da melhor forma possível, cada qual com suas demandas, uns fumam mas são vegetarianos, outros comem carne mas só andam de bike. Assim como na nossa vida, as empresas também têm essas dificuldades. O poder dessas corporações é gigantesco e é possível fazer com que esse poder seja direcionado a causas importantes para a sociedade.

Quando falamos de corporações, muitas vezes esquecemos que o que faz uma empresa são pessoas, que comem, bebem, tem doenças e crises, filhos, tios, pais e mães, fumam, bebem, batem o carro e também tem uma causa, seja religiosa, seja ambientalista, seja política. O que nós precisamos é de gente com princípios dentro dessas empresas.

Fica ai minha humilde observação dessa experiência. Espero que possa colaborar com tantas outras e que outras pessoas, que ainda não observam a possibilidade de colaboração entre os principais vetores da sociedade, possam acreditar numa relação mais humana.

Sustentabilidade empresarial

Dois posts atrás eu falei sobre os fatos da sustentabilidade empresarial e, acabei de encontrar um vídeo ótimo produzido pelo pessoal do Sendo Sustentável, que fala exatamente o que foi apontado no texto. Achei muito legal e compartilho.

Aliás, o blog Sendo Sustentável está de parabéns e merece muito respeito. “Importarei” muito conteúdo de lá.

8 fatos da sustentabilidade empresarial

Ainda escuto pessoas que argumentam que a sustentabilidade vai de encontro com o crescimento econômico e, vejo que esse fato decorre muito mais de uma questão cultural do que racional. A realidade é que sustentabilidade é igual a inteligência.

1. Construções e edificações: A maior parte dos gastos que se tem com uma construção estão ligados à manutenção do prédio ao longo da sua vida útil, e não à construção do prédio em si.

Portanto, se o seu engenheiro/arquiteto estiver realmente preocupado com a economia financeira, ele ira levar em conta os processos como um todo, utilizando tecnologias para economia de água e energia. A aplicação de projetos sustentáveis nasce da análise inteligente dos fatores envolvidos.

2. Matérias primas: Toda matéria prima é renovável, algumas demoram um pouco mais (sic).

Independente do tempo de renovação da matéria prima, o principal investimento dessas empresas deve ser em pesquisa e desenvolvimento (P&D), para aumentar a eficiência, diminuir os impactos, melhorar os processos e, possivelmente, encontrar uma forma alternativa, menos predatória, de atingir o mesmo resultado. Investimento com inteligência leva a mais eficiência e menos custos.

3. Funcionários: Pessoas valorizadas produzem mais e melhor.

Valorizar o funcionário, sua família e a comunidade é um fator importantíssimo para a qualidade do trabalho. A participação, cooperação e integração tem tudo haver com responsabilidade social. Muitas empresas fazem doações para creches e não percebem que os filhos dos próprios funcionários estão em má condição. O empresário que quer aumentar a produtividade da empresa tem a humildade de perguntar o que o funcionário precisa para trabalhar melhor.

4. Fornecedores: Como os fornecedores podem ser escolhidos de forma inteligente para aumentar a sustentabilidade e a lucratividade da empresa?

Além da comunicação básica que se deve ter com fornecedores a respeito dos princípios, ética, valores da sua empresa e também da transparência e proximidade, existe outro fator que não é levado em conta na escolha dos fornecedores. Os grandes fornecedores, que muitas vezes trabalham com propostas financeiramente mais atraentes, devem ser evitados. Procure fornecedores de cooperativas, associações e outros projetos de geração de renda, eles possuem menos escala, mas em sua maioria, podem oferecer um serviço mais personalizado e atender a exigências que fornecedores com maior poder de barganha não fariam. Relações mais personalizadas oferecem serviços de maior qualidade.

5. Ética e meio ambiente: Preocupar-se com a ética e a natureza são fatores valorizados pelas pessoas, tanto funcionários quanto clientes e outros públicos de interesse.

Não é só o mercado que está valorizando atitudes éticas, seus funcionários também prezam pela transparência, pela educação e pelo meio ambiente. Pode não parecer, mas fazer a coleta seletiva na sua empresa fará com que os funcionários valorizem seu trabalho, diminuindo a rotatividade dos empregados. Outras atitudes éticas também fazem o funcionário pensar duas vezes antes de buscar outro emprego, além de contar para os amigos como o ambiente de trabalho da sua empresa é bom.

6. Comunidade: Muitas empresas não se questionam quanto à sua relação com a vizinhança pois não vêem lucratividade nessa ação.

Nenhum empresário investe em ações sem planejamento e monitoramento. Por que seria diferente em ações sociais? Infelizmente, os investimentos sociais ainda são à curto prazo, o que não permite um retorno da comunidade ao investidor, que poderia vir em forma de mão de obra qualificada, melhoria da imagem ou até maior segurança para os funcionários. É sempre importante perguntar as necessidades da comunidade, planejar e monitorar a ação.

Planeta Voluntários é SPAMMER e me enche o SACO

Eu havia visto esse post no blog do Marcelo Tas e não tinha dado tanta atenção. Até que comecei a receber SPAM dessa merda dessa ONG e fiquei puto. Já denunciei e continuo denúnciando os profiles que estão ligados a essa empresa. Grande filho da puta.

Fonte: Marcelo Tas

O video acima mostra como “trabalha” Márcio Demari, uma espécie de marketeiro da nova era. Usando uma ONG como plataforma, a Planeta Voluntários, e identidades falsas no Twitter, ele oferece pacotes de 1 milhão de SPAMs políticos por R$ 5 mil reais. Aborrece usuários do Twitter, Orkut e ganha uma boa grana. Oferece ainda canal direto com 120 veículos de imprensa, rádio, jornais, revistas e TVs.

Neste web-reportagem do @brazilians, Márcio entrega o nome de um dos seus clientes: Wilmar Marçal, ex-reitor da UEL- Universidade Estadual de Londrina, Paraná, candidato a Deputado Federal pelo PSC- PR

Clique e conheça melhor a técnica de quem enche seu Twitter, Orkut e caixa postal com SPAMs indesejáveis e não solicitados.

Akatu vai ajudar em definições para ‘.eco’

Fonte: Valor Econômico

O Instituto Akatu, entidade brasileira ligada à educação do consumo sustentável, uniu-se a onze empresas internacionais para propor à Internet Corporation for Assigned Names and Numbers (Icann) o uso e a administração do domínio de internet “.eco”.

Helio Mattar, diretor-presidente do Instituto Akatu, diz que a entidade, que atua há dez anos no Brasil, foi procurada pela consultoria americana Big Room, que lidera o processo, para fazer parte de um conselho internacional. Integram o grupo que propõe o novo domínio organizações como World Watch, Green Cross, Conservation International, e o próprio Akatu.

O grupo, liderado pela Big Room, formará um conselho para administrar o domínio. “A ideia é garantir a qualidade dos candidatos que querem ter o ‘.eco’ em seu endereço na internet”, explica Mattar. Caberá ao conselho definir critérios para companhias e entidades, numa tentativa de garantir que os interessados no domínio se comprometam com princípios ligados à sustentabilidade ambiental .

Entre esses critérios está a assinatura de um contrato pelo qual as empresas vão se comprometer a autorizar auditorias para comprovar sua adequação às normas de sustentabilidade.

Segundo Mattar, nomes com “.com” e “.org”, devido ao volume e à falta de controle do uso, perderam a credibilidade. “A proposta do ‘.eco’ é ser administrado por um conselho que poderá resguardar esse mercado de empresas não idôneas”, afirma o executivo.

O grupo definirá um conjunto de critérios que vão nortear a conformidade das empresa às normas de sustentabilidade, que crescerá conforme a evolução da responsabilidade ambiental dos proponentes. “Com a garantia da qualidade das empresas que aderirem ao domínio será possível, por exemplo, nortear o consumidor na escolha de produtos”, diz Mattar.

O conselho vai propor que parte da renda adquirida com o pagamento do domínio “.eco” vá para organizações sem fins lucrativos ligadas à sustentabilidade ambiental. O grupo de empresas espera que a Icann defina o novo guia de domínios até março de 2011. (ALM)

Opinião do blog Atitude Eco:

Minha primeira dúvida quando li esse texto se voltou a falta de credibilidade dos nomes “.com” e “.org”, pois no meu humilde entendimento, os domínios de sites tem utilidade na caracterização da condição jurídica do que está sendo representado em determinado site, característica essa que não tem pretensão de definição e qualificação de qualquer que seja o produto, empresa, ou tema abordado. A idéia de se qualificar empresas por meio de critérios de responsabilidade sócio ambiental já tarda e, se faz necessária, já que temos uma quantidade absurda de empresas praticando o greenwashing.

Uma série de instituições buscam formas de se viabilizar essa qualificação por meio de selos, já que quem conseguir emplacar essa marca terá uma condição de imortalidade bem parecida com a do guerreiro Highlander, e é claro que todos querem seu filão de eternidade econômica.

Me questiono ainda: Sites não estão diretamente ligados ao produtos como as embalagens estão. Faço compras mensalmente e nunca entrei nos sites da minha escova de dentes ou do detergente da cozinha. Então como é possívelnortear o consumidordentro de um supermercado com mais de 40 mil itens? É realmente possível que o consumidor faça essa distinção por meio dessa mudança no domínio? Não creio.

Sem contar que a proposta é totalmente bizarra se analisarmos holisticamente a responsabilidade sócio ambiental, visto que blogs e sites com fins educativos e informativos também deveriam integrar esse “selo” .eco, já que colaboram de forma direta e democrática para a cultura e formação da opinião pública. Já pensou o tamanho da cagada? Todo blog/site que oferecer conteúdo informativo deveria, repito DEVERIA, ser .eco.

Sinceramente… Qual a opinião de vocês?

A FIBoPS está chegando!

Empresas e especialistas do Brasil e de outros países estarão reunidos dias 27, 28 e 29 de Julho na 3ª FIBoPS, a maior vitrine pró-sustentabilidade da América Latina.

Com um formato inovador e exclusivo que privilegia a interatividade corporativa para o compartilhamento, network, aprendizagem, e negócios, a 3ª FIBoPS reúne a massa crítica da sustentabilidade nos seus aspectos gerenciais e tecnológicos no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo.

A grade técnica do evento lança nesta edição o I Congresso Internacional para o Intercâmbio de Boas Práticas de Sustentabilidade reunindo especialistas, produtos e empresas de vários países.

Estes especialistas e empresas apresentarão práticas e inovações pró-sustentabilidade em 08 diferentes temáticas: Inovações Tecnológicas -  Arquitetura e Construção – Emissões, Energia e Economia – Moda, Beleza-Saude, e Consumo – Agronegócios e Logística – Saneamento e Serviços Ambientais – TI Verde – Transporte e Turismo. O Congresso também dedica 02 painéis ao Benchmarking Internacional.

Outra novidade são as salas interativas com atividades especificas apresentando temas técnicos, práticas gerenciais e lançamento de produtos e serviços especiais.

Os stands são prontos para uso, com plasma e mobilia, e principalmente, com selo de neutralização das emissões da montagem e certificado de gerenciamento dos resíduos gerados durante o evento.

Marcar presença na 3ª FIBoPS é imperativo para empresas e profissionais que trilham os caminhos da sustentabilidade com práticas e inovações para mostrar e compartilhar.

Este evento faz parte do Calendário 2010 do CEBoPS – Compromisso Empresarial pelas Práticas Socioambientais do Instituto MAIS.

Mais Informações:
Instituto MAIS
www.institutomais.org
www.fibops.com.br
Fone/fax: 55 11 3257-9660/ 3729-9005

3ª FIBoPS – Feira Internacional para o Intercâmbio das Boas Práticas Sócioambientais

Empresas e especialistas do Brasil e de outros países estarão reunidos dias 27, 28 e 29 de Julho na 3ª FIBoPS, a maior vitrine pró-sustentabilidade da América Latina.

Com um formato inovador e exclusivo que privilegia a interatividade corporativa para o compartilhamento, network, aprendizagem, e negócios, a 3ª FIBoPS reúne a massa crítica da sustentabilidade nos seus aspectos gerenciais e tecnológicos no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo.

A grade técnica do evento lança nesta edição o I Congresso Internacional para o Intercâmbio de Boas Práticas de Sustentabilidade reunindo especialistas, produtos e empresas de vários países.

Estes especialistas e empresas apresentarão práticas e inovações pró-sustentabilidade em 08 diferentes temáticas: Inovações Tecnológicas -  Arquitetura e Construção – Emissões, Energia e Economia – Moda, Beleza-Saude, e Consumo – Agronegócios e Logística – Saneamento e Serviços Ambientais – TI Verde – Transporte e Turismo. O Congresso também dedica 02 painéis ao Benchmarking Internacional.

Outra novidade são as salas interativas com atividades especificas apresentando temas técnicos, práticas gerenciais e lançamento de produtos e serviços especiais.

No pátio de exposições, stands de empresas com produtos, serviços, práticas ou ações com atributos pró-sustentabilidade para mostrar e compartilhar com um publico altamente especializado e formador de opinião, aproximadamente 70% com curso superior completo e/ou especialização. Nas 02 edições anteriores, o evento recebeu aproximadamente 8 mil pessoas.

Os stands são prontos para uso, com plasma e mobilia, e principalmente, com selo de neutralização das emissões da montagem e certificado de gerenciamento dos resíduos gerados durante o evento.

Universidades e escolas técnicas profissionalizantes podem agendar visitas e participar de atividades específicas. O credenciamento poderá ser feito no local ou pela internet no site: www.fibops.com.br

Marcar presença na 3ª FIBoPS é imperativo para empresas e profissionais que trilham os caminhos da sustentabilidade com práticas e inovações para mostrar e compartilhar.

Este evento faz parte do Calendário 2010 do CEBoPS – Compromisso Empresarial pelas Práticas Socioambientais do Instituto MAIS.

Mais Informações:
Instituto MAIS
www.institutomais.org
www.fibops.com.br
Fone/fax: 55 11 3257-9660/ 3729-9005

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