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Símbolos da Reciclagem

Desde que o Atitude Eco iniciou suas postagens, o tema que tem sido mais buscado pelos visitantes é a questão dos símbolos da reciclagem, postado no dia 24 de março de 2010, algo que confunde até mesmo os profissionais da área. Pude perceber isso nos eventos que tenho freqüentado, onde esses profissionais apontam a dificuldade de padronização e conscientização a respeito dos símbolos como um dos principais obstáculos para o setor de reciclagem. Mesmo os entendidos no tema encontram divergências.

Então aqui vai a melhor fonte que consegui para ajudar quem está buscando entender melhor esses símbolos.

Fonte: Instituto de Embalagens

Fonte: Instituto de Embalagens

Cada número corresponde a um material do qual a embalagem foi feita:

1 – Politereftalato de etila (PET);
2 – Polietileno de alta densidade (HDPE* ou PEAD);
3 – Policloreto de vinila (PVC* ou V);
4 – Polietileno de baixa densidade (LDPE* ou PEBD);
5 – Polipropileno (PP);
6 – Poliestireno (PS);
7 – Outros.

Vale lembrar a diferença entre reciclável e reciclado: O primeiro (reciclável) é o material que PODE ser reciclado. Enquanto o reciclado é o material que já passou pelo processo de reciclagem.

34 pontos para descarte de materiais recicláveis

O planeta sustentável lançou uma cartilha onde aponta 34 pontos da cidade de São Paulo onde você pode fazer o descarte de pequenos volumes de entulho, podas de árvores, e outros lixos recicláveis.

Para fazer o download do arquivo em PDF:

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Brasileiros criam lavadora mais leve, mais econômica e reciclável

Fonte: Época Negócios / Por Lilian Sobral

Essa notícia foi enviada por um amigo, o próprio designer Marcelo Monteiro.

O design é futurista e a ideia é inovadora: uma lavadora de roupas pequena, que pode ser transformada em secadora com um acessório acoplado. A forma de construção é menos complexa que a de eletrodomésticos comuns e torna o produto mais leve, econômico e sustentável. Esta é a EVA, um dos conceitos desenvolvidos no Designbras, pequeno estúdio de design movido pelas ideias dos sócios Marcelo Monteiro, 45 anos, e Ricardo Mondella, 37 anos.

Ambos cursaram design de produtos juntos, na Faculdade Armando Álvares Penteado, a Faap, em São Paulo. Ao final da faculdade, em 1998, estavam cheios de ideias e o eletrodoméstico era uma delas. Foi para desenvolvê-lo que os empreendedores montaram a empresa, em 2000, e conseguiram um patrocínio de pouco mais de R$ 200 mil pelo Programa de Inovação Tecnológica em Pequenas Empresas, da FAPESP. Assim, eles construiram o protótipo da lavadora, que hoje é a maior aposta da dupla para chegar ao mercado.

A máquina concebida pelos designers pode ser acoplada na parede ou funcionar no chão. Após o ciclo de lavagem, é possível adaptar um acessório com uma pequena ventoinha, que injeta ar quente na máquina e a transforma em uma secadora. 

Segundo o criador Marcelo Monteiro, a grande inovação do produto é o motor, em forma de anel. Ele é bem menor que o de máquinas comuns e reduz o peso do eletrodoméstico em cerca de 20%. “Como este motor é menos complexo que o de uma lavadora comum, e o restante do material é plástico, ela pode ser quase toda reciclada”, diz Monteiro.

Eles conceberam o produto desta maneira para torná-lo uma moeda de troca. “Depois de alguns anos com o produto, se a pessoa quiser adquirir alguma versão mais recente, ela pode usar a máquina antiga como parte do pagamento. As partes dela podem ser recicladas ou o produto pode ser remodelado para versões mais novas”, explica Monteiro.

A preocupação com sustentabilidade também está presente em outros aspectos do produto. O protótipo foi desenvolvido para  uma capacidade de 3,5 quilos de roupa, usando até 80% menos água que as lavadoras comuns.

A máquina de lavar roupa ainda é só um protótipo, sem previsão para chegar ao mercado. Entre outros projetos, os sócios têm a ideia de um veículo individual elétrico que pode voar e um carro elétrico compacto. “Para o Fly Ego (transporte voador), a limitação é o peso das baterias, que ainda não permitem o voo. Mas a tecnologia está evoluindo e isto logo deve ser resolvido”, diz o designer.

Dados do Ministério das Cidades sobre o manejo de resíduos sólidos

Fonte: Carbono Brasil

Esses são os dados mais novos sobre a coleta de lixo no Brasil, os comentários em itálico foram feitos por mim e o texto é do Carbono Brasil.

O Ministério das Cidades divulgou os números mais recentes do manejo de resíduos sólidos urbanos no Brasil, referentes a 2007. Com base em dados de 306 municípios, que representam 55% da população urbana, o levantamento, apresentado nesta segunda (19), mostra que a cobertura média de coleta de lixo nas cidades pesquisadas é de 90%. Já a coleta seletiva só chega a 56,9% dos municípios da amostra, que inclui todas as capitais e cidades com mais de 500 mil habitantes.

Apenas 55% das capitais e maiores cidades do país tem coleta seletiva, isso demonstra o quanto ainda há de ser feito para que esse sistema se torne minimamente aceitável.

Cerca de 64% do lixo coletado vão para aterros sanitários, 26,6% são levados para aterros controlados – que têm estrutura melhor que lixões, mas onde há trabalho de catadores – e 9,5% dos resíduos ainda vão para os lixões, considerados a pior solução para o destino final.

De acordo com o diretor do Departamento de Articulação Institucional do Ministério das Cidades, Sérgio Antônio Gonçalves, em muitos casos, os locais de depósito do lixo não têm autorização ambiental para funcionar. Dos 587 aterros catalogados, 46% não têm qualquer tipo de licença ambiental.

Quase 50% dos nossos depósitos de lixo não são autorizados… Assustador não acham?

“Temos que intensificar a questão dos licenciamento e reforçar a necessidade de gestão. Se não tiver acompanhamento, em seis meses, um aterro pode se transformar em um lixão. É preciso ter compromisso do gestor com a manutenção”, avaliou.

Na coleta seletiva, além do recolhimento formal, há o trabalho de catadores de lixo, presentes em 83% dos municípios da amostra. Em mais da metade dos casos, os catadores são organizados em cooperativas e associações.

A quantidade média de material reciclável recuperado é de 3,1 quilos por habitante por ano, menos de 1,5% do que seria possível reaproveitar. Papel e papelão representam a maior parte do material recuperado, 50,7%. Em seguida, aparecem plásticos (26,4%), metais (12,1%) e vidros (6,4%).

O Diagnóstico do Manejo de Resíduos Sólidos Urbanos é a sexta edição da série histórica sobre lixo, elaborada anualmente desde 2002, a partir de dados extraídos do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS).

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