Atitude Eco – Ativismo e sustentabilidade

Ativismo, mobilização, comunicação e sustentabilidade

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Campus Party 2011 – Desastres naturais

Durante a Campus Party, os blogueiros ambientais promoveram uma desconferência para discutir sustentabilidade e mídias sociais, pautando formas de se discutir os desastres naturais na web. Estavam presentes Tiago Cordeiro (@tcordeiro), Cybele Meyer (@cybelemeyer) do Educa já, Samantha Shiraishi (@samegui) do A Vida Como a Vida Quer, Alexandre Inagaki (@inagaki) do Pensar Enlouquece, Guilherme Nunes (@gnsbrasil), Daiane (@daianevv) do Vivo Verde, Aline Kelly (@alinekelly) do Sustentável 2.0, Lidi Faria (@lidifaria) do lidifaria.com, Patrícia Moura (@missmoura), Ana Maria Coelho (@anamariacoelho) do Lounge Empreendedor, Renato Guimarães (@renatoguimaraes), do Sustentanews e outros participantes que se juntaram a conversa. Estou esquecendo alguém?

O debate rolou em torno dos deslizamentos no Rio de Janeiro, buscando analisar a forma como as mídias tradicionais abordaram o tema, fazendo um comparativo e buscando discutir diferentes formas de nós, da mídia alternativa, pautar o tema.

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Acompanhe a comunidade do Rio de Janeiro

Confesso que estou assistindo a televisão para acompanhar alguns dos fatos sobre o Rio de Janeiro, mas como um bom crítico, não consigo me satisfazer com apenas a informação que os meios tradicionais estão passando. Para você que também não está satisfeito e tem essa angústia de querer conversar com algum morador do Morro do Alemão para ter a certeza que de que está fazendo o seu melhor para acompanhar os dois lados da história, aqui vão alguns garotos que moram na comunidade e estão fazendo um ótimo serviço de acompanhamento das ações da polícia.

Twitters:

@vozdacomunidade

@IgorComunidade

@Jackcomunidade

@Rene_Silva_RJ

Guerra civil no Rio de Janeiro

upp rio de janeiroA guerra civil que temos visto tomar conta do Rio de Janeiro demonstra, mais uma vez, que as políticas e planos de repressão praticados pelo governo são movimentos que estão distantes de uma solução sensata. As UPP’s (Unidades de Polícia Pacificadora), também podem ser consideradas assistencialistas, já que buscam minimizar o problema de forma a instaurar uma forma diferente de se fazer segurança pública.

Ações assistencialistas são muito importantes na mitigação de questões complexas que exigem projetos de longo prazo, tais como a questão da violência no Rio. Porém, essas ações de nada adiantam sem um trabalho acurado que realmente imprimam a mudança nas bases do problema.

O bolsa família é muito importante, desde que esteja acompanhado de projetos que visem melhorar a condição do ensino nas comunidades carentes. As UPP’s demonstram uma nova forma de praticar a segurança pública, mas sabemos que a questão da violência e da marginalidade só será minimizada a partir do momento que a educação seja levada a sério pelo governo.

guerra civil rio de janeiroDe nada adiantam as ações da polícia pacificadora se as populações das periferias continuam recebendo uma educação falida e sem perspectiva, onde a evasão dos alunos não se dá devida a vagabundagem, e sim ao fato de que esses seres humanos não se enxergam daqui 20 anos. Pergunte a um morador dessas comunidades qual a sua perspectiva de vida…

O Brasil melhorou muito economicamente, e começa a ter destaque internacional, mas se nossos políticos não compreenderem que a educação é o primeiro passo para a resolução de qualquer situação indesejada, continuaremos com essas demonstrações inaceitáveis de insegurança e descontentamento.

Não podemos esquecer que aqueles números que estarão no jornal de amanhã não são apenas números, mas pessoas, com grande força e potencial que, impreterivelmente destinaram seu ímpeto à revolta, destruição e anarquia.

Metais pesados no Tietê

Fonte: Revista Pesquisa/FAPESP

No ínicio do século XX, nadar nas águas cristalinas do rio Tietê atraía muitos entusiastas. Hoje, quem se dispusesse a

Poluição no rio Tietê

Poluição no rio Tietê

 encarar tal desafio não correria apenas o risco de trombar com os sofás, garrafas pet e pneus de automóveis. Pesquisa feita pelo Centro de Energia Nuclear na Agricultura da Universidade de São Paulo (Cena/USP) indica que, com graus diferentes de intensidade e toxidade, uma grande quantidade de metais pesados nocivos à saúde humana - como cobre, cobalto, cromo, zinco, níquel e chumbo – também está presente em diversos pontos da bacia do Tietê. O estudo, que avaliou sedimentos coletados em 12 pontos diferentes, da nascente à foz, mostra que os pontos críticos, onde a concentração dos metais é mais evidente, estão nas proximidades do reservatório de Pirapora, na região do Anhembi e no reservatório de Nova Avanhandava. “A principal causa da contaminação é o esgoto doméstico; em seguida aparecem os resíduos agrícolas e dejetos industriais”, avalia Jefferson Mortatti, que coordenou o levantamento. Segundo ele, toda a cadeia alimentar é afetada. Em seres humanos, esses metais podem provocar dermatites, alterações no sistema nervoso e nos pulmões e redução de fertilidade.

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